quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Chefe máximo das Farc, Alfonso Cano é morto na Colômbia

Alfonso Cano foi morto em Cauca (Eliana Aponte/Reuters)O líder máximo da guerrilha comunista das Farc, Guillermo León Sáenz Vargas, também conhecido como Alfonso Cano, foi morto por tropas do Exército colombiano, anunciou o governador do departamento de Cauca à Rádio Caracol. "As forças militares da Colômbia alcançaram um de seus objetivos militares mais importantes", Alfonso Cano, que "foi abatido precisamente no ocidente do departamento" de Cauca, disse o governador Alberto Gonzalez Mosquera.

Cano era o substituto do chefe e fundador das Farc, Manuel Marulanda (Tirofijo), que morreu de ataque do coração em março de 2008. Em setembro de 2010, Jorge Briceno (Mono Jojoy), número dois das Farc e chefe militar da organização, foi abatido pelos militares.

Fundada em 1964 e hoje com cerca de 8 mil combatentes, as Farc também perderam outros dois dirigentes históricos nos últimos anos: Raul Reyes, morto em um ataque aéreo contra o território do Equador, e Ivan Rios, assassinado por outro rebelde. Os dois integravam o bureau político das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. As autoridades já haviam anunciado a prisão de "El Indio Efraín", chefe da segurança de Alfonso Cano, capturado após intensas operações militares em Cauca.

Com El Indio Efraín' foram detidos outros três membros da segurança de Cano, e no local da ação morreram uma mulher e o operador de rádio do grupo, conhecido por El Zorro.

A captura de El Indio ocorreu na zona montanhosa entre os municípios de Suárez e Buenos Aires, onde prosseguiam intensos combates entre tropas do Exército e guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

France Presse

No Brasil, vinhos chilenos são os mais consumidos

Adega da vinícola chilena Concha Y Toro, que fica próximo a Santiago

A história do vinho chileno, o mais consumido por brasileiros, começa em 1551, na primeira colheita de uvas feita por Francisco de Aguirre, na cidade de Copiapó. Os vinhedos eram de uma tinta simples, denominada país, a mesma varietal plantada por religiosos na Califórnia, chamada de mission.

À época, os vinhos foram usados em ofícios religiosos, mas logo seu consumo se tornou hábito, e o sucesso do vinho chileno, nos 270 anos da dominação espanhola, criou uma involuntária competição com vinhos da Espanha. E logo surgiram decretos proibindo novas plantações de uvas e aumentando impostos para coibir a concorrência.

A Coroa espanhola agiu ainda de forma drástica, proibindo exportações e arrancando videiras. Essas medidas ajudaram a fomentar a revolta contra os colonizadores, o que, combinado com os eventos políticos na Espanha e com as guerras napoleônicas, culminou, em 1810, com a luta pela independência.

A luta duraria até 1818, com a vitória das forças de Bernardo O'Higgins e de José de San Martín, este último um general argentino que atuou na libertação do Chile.

Folha de São Paulo

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

UnB promove simpósio sobre multilinguismo

O curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas ao Multilinguismo e a Sociedade da Informação (LEA-MSI/UnB) junto ao Instituto de Letras da Universidade de Brasília (UnB) promovem entre os dias 7 e 9 de novembro o II Simpósio Internacional sobre Multilinguismo no Ciberespaço. O evento contará com presença de autoridades nacionais e estrangeiras do setor, que participarão de palestras, mesas redondas e conferências. A abertura do evento, sob o tema “Língua, tecnologia e sociedade”, será realizado na Bibilioteca Nacional e terá presença da professora Sue Wright, da Universidade de Plymouth, Reino Unido.

O objetivo do encontro é analisar os desafios da diversidade linguistica no mundo digital e discutir estratégias para facilitar a concepção de projetos e de ações políticas em favor de uma presença forte das línguas do mundo no ciberespaço. O evento será transmitido via internet e terá tradução simultânea em quatro línguas (português, inglês, espanhol e francês). O evento é gratuito e aberto ao público. A programação pode ser consultada no site do simpósio.

Eu, estudante

Conheça receita peruana feita sob pedras vulcânicas


Típica comida de rua peruana, o pachamanca é peculiar devido ao seu modo de preparo. Trata-se de carnes de porco e de frango preparadas em panelas de barro, enterradas no chão e aquecidas sob pedras vulcânicas.

Preparado por diversos colaboradores, o prato foi um dos destaques do festival peruano Mistura, realizado em setembro passado em Lima, como mostra o vídeo acima, produzido por Lucas Ogasawara. O videorrepórter viajou a convite da Taca, da PromPerú e do restaurante La Mar, de São Paulo.

Buenos Aires perde status de metrópole com preços baixos


A capital argentina barata que fazia a alegria (e enchia as malas) dos brasileiros ficou para trás. Pelo menos em itens como perfumaria, roupas, sapatos e miscelâneas, que encareceram e deixaram de ser uma pechincha.

Ingressos para eventos também têm saído por um preço salgado entre os portenhos: o show da banda escocesa de rock Primal Scream, cuja entrada mais barata (meia) custou R$ 60 em São Paulo, saiu em Buenos Aires por, no mínimo, 225 pesos (R$ 93), uma diferença razoável.

Alimentação, passeios e transporte, contudo, ainda compensam. Um bom jantar em Puerto Madero -uma das regiões chiques da cidade- para duas pessoas com um vinho argentino pode sair, em média, 240 pesos (ou R$ 99), valor ainda abaixo dos restaurantes mais sofisticados de São Paulo, por exemplo.

"Os restaurantes são a melhor opção", diz a relações públicas Marina Mosol, 29, que esteve na cidade no início do mês. "A comida é saborosa e os preços são atraentes. O uso de táxi também é opção que sai em conta." A analista de mídias sociais mineira Mônica de Paula, 32, que estava m Buenos Aires no final de setembro, concorda. Ainda dá para comer e beber pagando pouco. Comprar maquiagem e produtos de beleza compensa."

Isso depende, na verdade, do produto: batons da grife americana Mac e cremes hidratantes da francesa Rok custam, em média, o mesmo que no Brasil -R$ 70 e R$ 120, respectivamente.
"Quando fui em 2009 para Buenos Aires, comprei mais roupa que dessa vez", observa Mônica. "As roupas estão mais caras agora. Mas procurando, você acaba achando algumas com preço bom. Comprei uma blusa lá por 120 pesos (R$ 50) que aqui não seria menos de R$ 120."

Livros, porém, ainda valem a pena. "Os que comprei compensaram: custavam R$ 60 e, aqui no Brasil, valeriam, no mínimo, R$ 90. Além da livraria El Ateneo ser linda", afirma ela, sobre o edifício da livraria na avenida Santa Fé.

MARINA LANG, Folha de São Paulo

Em novo mandato, Cristina adota medidas 'impopulares' e causa incertezas


Duas semanas após ser reeleita, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, iniciou a implementação de ajustes da política econômica de seu marido e antecessor, Nestor Kirchner (2003-2007), como o fim de subsídios e mudanças na política cambial --medidas que, segundo analistas, podem causar incerteza e voltar a opinião pública contra o governo.

Neste período de oito anos, o país registrou forte expansão econômica e de consumo, com a moeda desvalorizada, estabilidade financeira, tarifas de serviços públicos congeladas e uma inflação tida por muitos como "maquiada" desde 2007.

Na semana passada, em uma tentativa de conter a fuga de capitais registrada nos dias anteriores, o governo aumentou o controle para a venda de dólares no país. A moeda americana funciona como referência para os argentinos, tanto na hora de poupar quanto de comprar imóveis, por exemplo.

"Sabemos quanto cada pessoa recebe, quanto gasta e se tem ou não dinheiro sobrando para comprar dólares", afirmou nesta semana o diretor da Afip (Administração Federal de Ingressos Públicos, equivalente à Receita Federal), Ricardo Echegarray.

Se o órgão entender que o comprador não tem recursos para a compra da moeda americana, não autorizará sua venda nos bancos ou casas de câmbio.

"VERDADEIRO OPOSITOR"

"O dólar pode se transformar no verdadeiro opositor do novo governo", escreveu o colunista Eduardo van der Kooy, do Clarín, jornal critico do governo, sugerindo que a medida poderia gerar mau humor na classe média argentina.

Desde a semana passada, a Afip enviou fiscais, com cães, para as filas das casas de câmbio para fiscalizar os motivos da compra da moeda americana, gerando criticas dos analistas. O professor de Economia Pública da Universidade Católica Argentina (UCA), Gerardo Sanchis Muñoz, disse à BBC Brasil que a medida poderia provocar "incertezas" entre os argentinos.

"Se as instituições fossem respeitadas, o governo precisaria de uma ação judicial para mandar soldados para as filas de câmbio. Mas na Argentina, o regime presidencialista é concentrado e assim funciona, há pelo menos vinte anos. Mas este estilo se intensificou a partir do governo (Nestor) Kirchner e continuou com Cristina." O economista Orlando Ferreres, da consultoria Ferreres e Associados, afirmou que o governo não implementou "uma só medida impopular" desde 2003, e que era esperado que o governo implementasse alguns ajustes.

"Era esperado que o governo reduzisse os subsídios para diminuir seu gasto público e organizar seu caixa, ainda mais num momento de fuga de capitais. Mas o que não era esperado é que mandasse controlar a venda de dólares, moeda de referência para os argentinos", disse ele à BBC Brasil.

Cristina foi reeleita com ampla margem de votos frente aos candidatos opositores. Por isso a referência agora ao dólar como possível "verdadeiro opositor" diante da fragilidade dos opositores políticos nas urnas.

Segundo o economista Marcelo Elizondo, da consultoria DNI, a presidente, que dá início ao novo mandato no dia 10 de dezembro, pode estar "arrumando a casa" antes da posse. No entanto, para especialistas, a maior dúvida é quando e como o governo reconhecerá "a inflação real", como afirma o economista Ernesto Krtiz, da Sel Consultores.

FIM DE SUBSÍDIOS

Nesta quarta-feira, os ministros da Economia, Amado Boudou, e do Planejamento, Julio de Vido, anunciaram a eliminação da transferência de recursos do governo, chamados de subsídios, para bancos, empresas e até cassinos e hipódromos, que assim deverão pagar mais pelo fornecimento de água, luz e gás.

A ajuda do governo foi decisiva para manter congeladas as tarifas dos serviços públicos privatizados, nas empresas e residências, apesar da disparada da inflação registrada recentemente.

A expectativa é que o governo elimine a transferência de recursos para outros setores o que poderia provocar a alta no preço das tarifas para o consumidor final como se especulou na imprensa local.

"Queremos continuar trabalhando para combater a desigualdade social. Ninguém pode receber subsídio do governo se dele não precisa", disse Boudou. A interpretação dos especialistas foi a de que os que ganham mais poderiam passar a pagar mais pelos serviços e os que ganham menos pagariam tarifas menores.

AUMENTO NO METRÔ

O prefeito de Buenos Aires, o opositor Mauricio Macri, disse que o fim do repasse de verbas do governo central para o metrô da cidade, por exemplo, deverá triplicar o preço do bilhete, passando de 1,10 pesos para 3,30 pesos.

"Esse é o valor que estimamos porque o metrô era responsabilidade do governo nacional, e não do governo municipal", disse Macri. Num artigo no jornal "La Nación", o economista Roberto Cachanosky disse que o corte nos subsídios "pode ser apenas a ponta do iceberg do que virá" no novo mandato.

"O governo anunciou corte de uma parte mínima dos subsídios, mas pode ser um sinal das próximas medidas do governo", afirmou. Para ele, o governo poderia estar resolvendo os problemas que "varreu durante muito tempo para debaixo do tapete", como o congelamento das tarifas.

México candidata mariachis a patrimônio imaterial da Unesco


O México apresentou a candidatura dos mariachis como patrimônio imaterial mundial à Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

De acordo com fontes do organismo que conversaram com a agência estatal mexicana Notimex, a análise do requerimento será feita entre os dias 22 e 29 de novembro, quando o comitê encarregado do tema se reunirá em Bali, na Indonésia. O México já conta com vários elementos de sua cultura na lista mundial como a "cerimônia ritual dos voadores" e a "cozinha tradicional mexicana, cultura comunitária, ancestral e viva".

De acordo com a definição da Unesco, o patrimônio cultural imaterial abrange "tradições ou expressões vivas herdadas de nossos antepassados e transmitidas a nossos descendentes, como tradições orais e artes de espetáculo". Originários do Estado de Jalisco, os mariachis costumam viajar pelo México como menestréis, em grupos ou sozinhos. Eles não costumam ter conhecimentos eruditos de música.

DA ANSA, NA CIDADE DO MÉXICO

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Brasília recebe a partir desta quarta o Salão Internacional de Artesanato

Flores de tecido no artesanato nacional (Foto: Divulgação)

Brasília receberá, a partir desta quarta-feira (2), o 4º Salão Internacional do Artesanato, que vai reunir, durante cinco dias, artesãos brasileiros e internacionais. O encontro, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade (ExpoBrasília), pretende fortalecer o intercâmbio da cultura, do mercado e das relações entre diferentes povos.

Produções artesanais de vários estados brasileiros, e do Distrito Federal, vão dividir o espaço com obras da África, Áustria, Equador, Índia, Indonésia, Peru, Turquia, Síria, Rússia e Senegal.

O encontro também tem o objetivo de esquentar as vendas para lojistas, artesãos, colecionadores e turistas, através de rodadas de negócios e leilões de artes. Este ano, os expositores serão convidados a visitar os estandes para escolher com quem negociar. Nos salões anteriores, os encontros de negócios tinham que ser agendados.

Arte Peruana
Esta quarta edição do evento deverá reunir mais de 600 expositores e um público estimado em 140 mil pessoas. A feira estará aberta das 11h às 22h, com entrada gratuita até as 16h. Depois deste horário, o valor da entrada é de R$ 10 e R$ 5 (meia).

Na parte cultural, o público terá a possibilidade de conhecer a grande diversidade da cultura brasileira e dos paises ibero-americanos. Estão previstas apresentações de grupos folclóricos, músicos, dançarinos, cantores, repentistas, escolas de samba e outras manifestações culturais.

Paralelamente à exposição e comercialização de produtos, serão realizadas, ainda, oficinas e mostra fotográfica. Entre quinta-feira e sábado, o público vai assistir a shows de Guilherme Arantes, Luciana Melo e o grupo brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. Os shows acontecem a partir das 21h.

G1 DF

Uruguay es el tercer mejor país para vivir dentro de América Latina

Uruguay mantiene un "alto" nivel de desarrollo humano, ubicándose en 2011 entre los tres mejores de la región y en el puesto 48 a nivel mundial, según el índice de Naciones Unidas que cada año refleja la calidad de vida en distintos países.

El Índice de Desarrollo Humano (IDH) de Uruguay fue de 0,783 este año. Su nivel creció en las últimas décadas, lo que supone una mejora en la vida de su población, y se ubicó por encima de la media de América Latina y el Caribe (0,731) y del promedio mundial (0,682).

De la región, los únicos países con niveles "muy altos" son Chile y Argentina, mientras que Uruguay encabeza la franja de IDH "alto". El país se ubica en esa franja al menos desde 1980. El Desarrollo Humano analiza más allá que el aumento de los ingresos. "Comprende la creación de un entorno en el que las personas puedan desarrollar su máximo potencial y llevar adelante una vida productiva y creativa de acuerdo con sus necesidades e intereses", según lo define la ONU.

Así, si bien Uruguay tiene un ingreso bruto por habitante de US$ 13.242 similar al de Botswana (US$ 13.049), su IDH es superior al de ese país (0,633). Del mismo modo, otros países con similar IDH a Uruguay tienen ingresos per cápita menores, como es el caso de Cuba (ver tabla). En tanto, Bahamas tiene un IDH similar de 0,764 aunque con un ingreso per cápita muy superior (US$ 23.029).

Además, el índice es ajustado en función de indicadores de desigualdad. En el caso de Uruguay, el valor del índice baja a 0,654, lo que lo hace perder siete posiciones en el ranking, aunque el que menos desigualdad muestra es el de acceso a los servicios de salud. Para el análisis, las capacidades más importantes a desarrollar son disfrutar de una vida larga y saludable, haber sido educado, acceder a los recursos necesarios para lograr una vida digna y poder participar en la vida de la comunidad. Para cada uno de estos aspectos se elabora un subíndice.

SALUD Y EDUCACIÓN. Uruguay registra un subíndice de 0,899 en salud, superior al de algunos países con "muy alto" desarrollo, como los Emiratos Árabes (0,892), Hungría (0,858), Polonia (0,885) y Argentina (0,882). Este aspecto incluye datos sobre gasto público en salud, mortalidad infantil y expectativa de vida. Asimismo, fue el que más contribuyó al nivel del IDH de Uruguay si se toman todos los indicadores evaluados.

En el subíndice de educación, el nivel de Uruguay es de 0,763, inferior al de su IDH. No obstante, el guarismo se asemeja al de países con un desarrollo humano "muy alto", como Singapur (0,751) y Portugal (0,739). En este caso, se toma en cuenta gasto público en educación, años esperados de escolaridad para niños menores a siete años, años de escolaridad efectivos de adultos mayores a 25 años, tasa de alfabetización de adultos y tasa de matrícula en educación.

INGRESOS. El subíndice de ingresos se ubicó en un nivel aún menor que los demás en Uruguay (0,700). Aquí no hay semejanzas con países de mayor desarrollo humano. La única excepción sería Chile (0,701). Dentro de su propia categoría de nivel "alto", en este aspecto Uruguay puntúa igual a México y similar a Malasia (0,704) y Belarús (0,702). Además del Producto Interno Bruto per cápita, la ONU toma el ingreso nacional bruto para el análisis.

GÉNERO. En el informe, las desigualdades de género son relevadas porque muestran diferentes libertades para participar en la comunidad. En Uruguay, el subíndice es de 0,352, ubicándose en el puesto 62. Se asemeja al de países de "muy alto" desarrollo humano como Chile y Argentina, ya que el promedio para esa franja es de 0,236. Aquí se tiene en cuenta la representatividad parlamentaria, la participación en la fuerza laboral, la población con educación secundaria, la tasa de fertilidad adolescente y la de mortalidad maternal.

SUSTENTABILIDAD. Por otra parte, este año se le dio especial atención al tema, con datos sobre forestación, especies en extinción, efecto invernadero e impacto de desastres naturales. En el índice de desempeño ambiental, Uruguay obtuvo un puntaje de 59,1, mientras que otros países de la región, como Chile, Argentina y Brasil, los niveles eran de 73,3, 61 y 63,4, respectivamente.

El País Digital

El Salvador: Cihuatan, uma antiga cidade indígena destruída por obras de habitação


Cihuatan, uma antiga cidade indígena, cujas estruturas piramidais sobressaem em um terreno árido, na periferia da cidade de Aguilares (norte), sofreu com o saque de peças e a destruição de suas estruturas habitacionais, que têm sido utilizadas na construção de casas.

O complexo de Cihuatan, que em parte é de propriedade do Estado, foi construído entre os anos 900 e 1100 depois de Cristo e se estende pelos arredores de Aguilares, em uma região cercada de plantios de cana-de-açúcar. Nos terrenos particulares foi iniciada, no começo do ano, a construção de 38 casas para famílias desabrigadas nas fortes chuvas registradas no país em novembro de 2009, e que deixaram 199 mortos.

Tratores do Comando de Engenharia das Forças Armadas iniciaram trabalhos de terraplanagem e abertura de ruas com a autorização da prefeitura de Aguilares e do vice-ministério de Habitação e Desenvolvimento Urbano, instituições que agora alegam desconhecer que a região fazia parte do complexo arqueológico de Cihuatan.

O arqueólogo americano Paul Amaroli, da Fundação Nacional de Arqueologia de El Salvador (FUNDAR) --entidade não-governamental--, denunciou às autoridades culturais do país "a destruição" registrada em Cihuatan com a construção das casas. Os trabalhos foram suspensos.

Por causa das obras na região, ficaram descobertas partes de pedras de moer --chamadas "metates"--, vasilhas, panelas, utensílios de barro que usavam aqueles que ali viveram e cujos restos ficaram em pedaços depois da passagem dos tratores que, em alguns casos, encontraram partes de paredes de pedra das edificações.

As escavações deixaram descoberta, ainda, uma série de montículos que abrigavam um centro cerimonial com suas pirâmides, duas quadras de "pelota" --jogo praticado pelos maias-- e outros edifícios cercados pelo que se presume tenha sido a área residencial da cidade antiga. O vice-ministro de Habitação, Edin Martínez, disse ter decidido cancelar a construção de casas em Cihuatan, e as famílias que moram ali serão levadas para outro lugar.
Da France Presse, em El Salvador

Día de Muertos: La celebración mexicana

El Día de Muertos es una celebración mexicana de origen prehispánico que honra a los difuntos el 2 de noviembre, comienza el 1 de noviembre, y coincide con las celebraciones católicas de Día de los Fieles Difuntos y Todos los Santos.

Es una festividad mexicana, que se celebra también en algunos países de América Central, así como en muchas comunidades de los Estados Unidos, donde existe una gran población mexicana y centroamericana. La Unesco ha declarado la festividad mexicana como Patrimonio Cultural Inmaterial de la Humanidad.1 El Día de Muertos es un día festejado también en Brasil, como Dia dos Finados, aunque esta festividad no tiene las mismas raíces prehispánicas que la festividad mexicana.

Los orígenes de la celebración del Día de Muertos en México son anteriores a la llegada de los españoles. Hay registro de celebraciones en las etnias mexica, maya, purépecha y totonaca. Los rituales que celebran la vida de los ancestros se realizan en estas civilizaciones por lo menos desde hace tres mil años. En la era prehispánica era común la práctica de conservar los cráneos como trofeos y mostrarlos durante los rituales que simbolizaban la muerte y el renacimiento.

El festival que se convirtió en el Día de Muertos se conmemoraba el noveno mes del calendario solar mexica, cerca del inicio de agosto, y se celebraba durante un mes completo. Las festividades eran presididas por la diosa Mictecacíhuatl, conocida como la "Dama de la Muerte" (actualmente relacionada con "la Catrina", personaje de José Guadalupe Posada) y esposa de Mictlantecuhtli, Señor de la tierra de los muertos. Las festividades eran dedicadas a la celebración de los niños y las vidas de parientes fallecidos.

La muerte es un símbolo emblemático que ha causado admiración, temor e incertidumbre al ser humano a través de la historia. Por muchos años, en diversas culturas se han generado creencias en torno a la muerte que han logrado desarrollar toda una serie de ritos y tradiciones ya sea para venerarla, honrarla, espantarla e incluso para burlarse de ella. México es un país rico en cultura y tradiciones; uno de los principales aspectos que conforman su identidad como nación es la concepción que se tiene sobre la muerte y todas las tradiciones y creencias que giran en torno a ella.

De cualquier modo, hay que destacar que esta celebración no es propia de todos los mexicanos puesto que, pese a ser una fiesta que se ha convertido en un símbolo nacional y que como tal es enseñada (con fines educativos) en las escuelas del país, existen muchas familias que son más apegadas a celebrar el “Día de todos los Santos” como lo hacen en otros países católicos. Además, cabe mencionar la fuerte influencia de los Estados Unidos que, al menos en zonas fronterizas, se evidencia con la presencia de la fiesta conocida como Halloween, la cual se celebra cada año con más frecuencia y en un mayor número de hogares. De ahí también que exista una inquietud entre los propios mexicanos de querer preservar el Día de Muertos como parte de la cultura mexicana sobre otras celebraciones parecidas.

Wikipédia

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Día de Muertos en Hidalgo



El Universal

Catrinas embellecen la capital







El Universal

Un niño, vigilante del tesoro


Hace más de 150 años, un monaguillo de la iglesia de San Juan, en el centro de Saltillo, Coahuila, fue enterrado vivo con dos carretas de oro; el fraile lo sentenció a cuidar el tesoro eternamente, cuenta la leyenda. El religioso cumplió la orden de un sacerdote de asegurarse de ocultar la fortuna de la iglesia. Para que no hubiera “soplones” y no dejar testigos sepultó vivo al menor de seis años.

Desde entonces, la historia cuenta que el fantasma del niño a quien “bautizaron” como Juanito se aparece en el lugar donde ahora está El Museo de la Catrina, a veces al mediodía y otras a las 11 de la noche. Pero Juanito está enojado porque con la remodelación hecha a la casa taparon con una pared el área donde él jugaba, según reveló una médium, relatan Cyntia Fuentes y Érick Morales, propietarios del museo.

Algunos visitantes le han tomado fotos y otros afirman que Juanito los ha tocado. Entre tumbas y cruces de un panteón de rancho y más de 200 catrinas, en la calle de Allende sur número 720, en el centro histórico, Érick narra a los visitantes las historias de almas que habitan las viejas casonas y que espantan a sus moradores. “La Odalisca”, “El Tamalero”, “El Gigante Severo”, “Emparedados de la Cárcel”, “El Callejón del Diablo”, y muchas más.

Con papel maché, cartonería, pegamento, creatividad y talento, durante 15 años, Cynthia Fuentes y su esposo han creado mil 700 “calacas” y dos centenares de figuras de la calavera, que están en el museo y que son emblema oficial de la muerte.

Las estampas y siluetas de papel de “La Dama de Negro”, distinguida y elegante, fueron inspiradas en la creación de José Guadalupe Posada. Destacan en la colección la imagen de la pintora Frida Khalo; “La Novia María Clara” que representa a María Félix; “La Tía de las Muchachas”, una matrona de la época del porfiriato; “La Cabrona”, una revolucionaria, entre otras.

El Universal