Mostrando postagens com marcador educación. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educación. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Uruguay es el tercer mejor país para vivir dentro de América Latina

Uruguay mantiene un "alto" nivel de desarrollo humano, ubicándose en 2011 entre los tres mejores de la región y en el puesto 48 a nivel mundial, según el índice de Naciones Unidas que cada año refleja la calidad de vida en distintos países.

El Índice de Desarrollo Humano (IDH) de Uruguay fue de 0,783 este año. Su nivel creció en las últimas décadas, lo que supone una mejora en la vida de su población, y se ubicó por encima de la media de América Latina y el Caribe (0,731) y del promedio mundial (0,682).

De la región, los únicos países con niveles "muy altos" son Chile y Argentina, mientras que Uruguay encabeza la franja de IDH "alto". El país se ubica en esa franja al menos desde 1980. El Desarrollo Humano analiza más allá que el aumento de los ingresos. "Comprende la creación de un entorno en el que las personas puedan desarrollar su máximo potencial y llevar adelante una vida productiva y creativa de acuerdo con sus necesidades e intereses", según lo define la ONU.

Así, si bien Uruguay tiene un ingreso bruto por habitante de US$ 13.242 similar al de Botswana (US$ 13.049), su IDH es superior al de ese país (0,633). Del mismo modo, otros países con similar IDH a Uruguay tienen ingresos per cápita menores, como es el caso de Cuba (ver tabla). En tanto, Bahamas tiene un IDH similar de 0,764 aunque con un ingreso per cápita muy superior (US$ 23.029).

Además, el índice es ajustado en función de indicadores de desigualdad. En el caso de Uruguay, el valor del índice baja a 0,654, lo que lo hace perder siete posiciones en el ranking, aunque el que menos desigualdad muestra es el de acceso a los servicios de salud. Para el análisis, las capacidades más importantes a desarrollar son disfrutar de una vida larga y saludable, haber sido educado, acceder a los recursos necesarios para lograr una vida digna y poder participar en la vida de la comunidad. Para cada uno de estos aspectos se elabora un subíndice.

SALUD Y EDUCACIÓN. Uruguay registra un subíndice de 0,899 en salud, superior al de algunos países con "muy alto" desarrollo, como los Emiratos Árabes (0,892), Hungría (0,858), Polonia (0,885) y Argentina (0,882). Este aspecto incluye datos sobre gasto público en salud, mortalidad infantil y expectativa de vida. Asimismo, fue el que más contribuyó al nivel del IDH de Uruguay si se toman todos los indicadores evaluados.

En el subíndice de educación, el nivel de Uruguay es de 0,763, inferior al de su IDH. No obstante, el guarismo se asemeja al de países con un desarrollo humano "muy alto", como Singapur (0,751) y Portugal (0,739). En este caso, se toma en cuenta gasto público en educación, años esperados de escolaridad para niños menores a siete años, años de escolaridad efectivos de adultos mayores a 25 años, tasa de alfabetización de adultos y tasa de matrícula en educación.

INGRESOS. El subíndice de ingresos se ubicó en un nivel aún menor que los demás en Uruguay (0,700). Aquí no hay semejanzas con países de mayor desarrollo humano. La única excepción sería Chile (0,701). Dentro de su propia categoría de nivel "alto", en este aspecto Uruguay puntúa igual a México y similar a Malasia (0,704) y Belarús (0,702). Además del Producto Interno Bruto per cápita, la ONU toma el ingreso nacional bruto para el análisis.

GÉNERO. En el informe, las desigualdades de género son relevadas porque muestran diferentes libertades para participar en la comunidad. En Uruguay, el subíndice es de 0,352, ubicándose en el puesto 62. Se asemeja al de países de "muy alto" desarrollo humano como Chile y Argentina, ya que el promedio para esa franja es de 0,236. Aquí se tiene en cuenta la representatividad parlamentaria, la participación en la fuerza laboral, la población con educación secundaria, la tasa de fertilidad adolescente y la de mortalidad maternal.

SUSTENTABILIDAD. Por otra parte, este año se le dio especial atención al tema, con datos sobre forestación, especies en extinción, efecto invernadero e impacto de desastres naturales. En el índice de desempeño ambiental, Uruguay obtuvo un puntaje de 59,1, mientras que otros países de la región, como Chile, Argentina y Brasil, los niveles eran de 73,3, 61 y 63,4, respectivamente.

El País Digital

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Governo do Equador aposta em expertise de professores da UnB


A excelência da Universidade de Brasília no conhecimento sobre biodiversidade atraiu dois ministros do Equador. Guillermo Solórzano, do Conhecimento e Talento Humano, e René Ramirez, do Planejamento, propuseram ao reitor José Geraldo de Sousa Junior um acordo de cooperação com instituições de ensino superior equatorianas para troca de conhecimentos. “Estamos interessados, em especial, nos campos da ecologia, antropologia e geociências”, afirmou Guillermo durante encontro, nesta terça, 25 de outubro.

Segundo o ministro, o conhecimento desenvolvido no Brasil sobre biodiversidade é estratégico no Equador. “Lá nos temos quatro biomas principais: as ilhas Galápagos, a costa do oceano pacífico, as montanhas dos Andes e a floresta amazônica”, conta. “As parcerias com a UnB podem nos ajudar a descobrir como explorar e aproveitar essas riquezas”.

O reitor destacou o interesse da UnB na aproximação com os países latino-americanos. “As universidades da América Espanhola são bem mais antigas do que as brasileiras. Temos muito a aprender com elas”, disse.

Ana Flávia Granja e Barros, assessora de assuntos internacionais da UnB, destacou que os contatos com os professores das áreas de interesse já começaram a ser feitos. “Vamos conversar pessoalmente com os pesquisadores que possam se interessar pelas parcerias”.

A assessora propôs como forma de aproximação entre os especialistas dos dois países a realização de acordos de co-tutela. “Esses acordos permitem que a mesma tese possam ser orientada por professores de dois países diferentes”, explica. “No final, o estudante recebe um diploma dos dois países”. Segundo Ana Flávia, a universidade tem 20 projetos como esse, a maioria com universidades francesas. Ela defende que, além de permitir que os estudantes conheçam universidades estrangeiras, o programa é uma oportunidade para a realização de pesquisas em conjunto entre duas instituições. “Eles funcionam muito bem, queremos ampliar esses acordos também com as universidades latino-americanas”.

PESQUISA – Para Guillermo, os acordos podem ajudar a consolidar a pós-graduação do país. “Estamos reestruturando nossos programas de doutorado e esse tipo de parceria será estratégica”, afirmou.

Os ministros também ficaram interessados no intercâmbio de estudantes entre as instituições dos dois países. “Nesse caso, temos vagas reservadas em algumas unidades para estudantes estrangeiros”, explicou Ana Flávia. Segundo a assessora, fazer um acordo entre duas universidades também é um caminho possível. “Esses acordos prevêem também o intercâmbio entre as instituições”, explica.

Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB

sábado, 8 de outubro de 2011

Shakira inicia trabalho em comissão de educação de Obama


A estrela do pop colombiana Shakira iniciou seus trabalhos como membro de uma comissão para assessorar o presidente Barack Obama na melhora do nível educacional dos hispânicos, minoria mais numerosa nos Estados Unidos. "Não há investimento melhor do que o investimento em nossas crianças, principalmente quando elas são muito pequenas", afirmou Shakira durante uma reunião da comissão na Casa Branca. "Espero poder dividir um pouco do que aprendi nesses últimos 15 anos em que trabalhei com crianças na Colômbia e América Latina."

A cantora colombiana dirige a fundação Pies Descalzos, que ajuda crianças na América Latina. Ela foi escolhida ontem por Obama para integrar a comissão, ao lado de líderes americanos que trabalham para melhorar o nível educacional das minorias. Diante da comissão, Shakira defendeu "as estratégias para o desenvolvimento da infância". "Promover essas estratégias é uma forma de garantir que nossas crianças, principalmente as latinas, chegarão ao ensino secundário e à universidade", afirmou.

A jornada de debates da qual Shakira participou foi a segunda da comissão, criada no ano passado por Obama. A primeira aconteceu em maio.

O governo americano escolheu Shakira por seu perfil filantrópico: além de liderar a fundação Pies Descalzos - que ajudou escolas na América Latina e África do Sul, alimentando 6 mil crianças -, ela trabalhou com o Banco Mundial em projetos educacionais, e é embaixadora da boa-vontade do Unicef.

Doze milhões de crianças e jovens hispânicos estudam em escolas públicas americanas, 22% do total, mas eles formam o grupo com menor nível educacional. A comissão presidencial faz parte dos esforços do governo Obama para melhorar a situação dos hispânicos, que foram afetados desproporcionalmente pela crise econômica.

Correio Braziliense

terça-feira, 4 de outubro de 2011

UnB é a quarta melhor do Brasil e 11ª da América Latina

A Universidade de Brasília é a quarta melhor do país e a 11ª da América Latina de acordo com o ranking QS Top Universities de instituições de ensino superior. A lista foi elaborada pela Quacquarelli Symonds a partir de dados publicados em setembro deste ano pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne 34 países. Com escritórios em 11 capitais do mundo, a empresa oferece serviços para alunos de graduação e pós-graduação interessados em fazer intercâmbio.

Divulgado nesta segunda-feira, 3 de outubro, o ranking lista as 200 melhores universidades da América Latina. Sessenta e quatro delas são brasileiras. Isso significa que as instituições de ensino superior do Brasil representam 32% da lista.

A Universidade de São Paulo (USP) está no topo do ranking, seguida pela Universidade Católica do Chile e pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Outra instituição brasileira que aparece dentre as 12 primeiras colocadas, imediatamente antes da UnB, é a Universidade Federal de Minas Gerais. "O ensino superior tem sido marcado como a principal engrenagem para ajudar o Brasil alcançar seu potencial massivo de crescimento econômico, com o número de matrículas subindo de 2 milhões para 6 milhões na última década", afirma David Byrne, editor do site QS Top Universities

O ranking leva em conta a reputação acadêmica da universidade, medida por meio de pesquisas com acadêmicos e empresas. Considera ainda os números de artigos científicos publicados pelos pesquisadores das universidades, de citações em revistas científicas e de professores com doutorado e pós-doutorado, além de medidas de impacto da universidade na internet.

Os resultados refletem dados obtidos em estudo da OCDE que analisou investimentos em educação em 34 países. "O ranking mostra que a UnB está aproveitando a oportunidade desses investimentos para aumentar a qualidade", afirma Márcia Abrahão, decana de Ensino de Graduação. Ela atribuiu a boa colocação à expansão da graduação e pós-graduação nos últimos cinco anos. "Contratamos professores doutores em quantidade e assim pudemos também aumentar a pesquisa e os cursos de mestrado e doutorado na universidade. É uma marca de qualidade dentro da expansão", completa.

UnB Agência. Foto: Ana Grilo/UnB Agência

sábado, 1 de outubro de 2011

Shakira, Xuxa e ministra assinam termo de cooperação no Rio

Shakira,Xuxa, ministra Maria do Rosário, e Adriana Ancelmo assinam protocolo de intenções para a promoção da educação no Rio

A cantora Shakira e a apresentadora Xuxa eram aguardadas com ansiedade por centenas de moradores da favela Cidade de Deus, zona oeste do Rio, nesta sexta-feira. Junto com a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, elas assinaram um protocolo de intenções que prevê a construção de 100 creches em todo o Brasil nos próximos quatro anos.

O projeto faz parte de uma parceria entre o governo, a fundação Xuxa Meneghel e a Fundação Alas, representada por Shakira. Shakira e Xuxa foram recebidas por um grupo de crianças da creche comunitária Espaço de Educação Infantil Cidade de Deus e posaram para fotos ao som de Waka Waka e Ilari Ilari Iê.

Do lado de fora da escola, os moradores aguardavam para ver ao menos por um momento a cantora e a apresentadora, que entraram e saíram da creche em um van escoltada por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora da comunidade.

De calça jeans, rabo de cavalo e camisa xadrez rosa, a cantora leu, em português, um discurso em que lembrou a sua conversa com a presidente Dilma Rousseff há alguns meses e a importância de investir em educação infantil.

"Os primeiros seis anos de vida de uma criança são os mais importantes. Estou convencida que investir em crianças é investir no futuro", disse Shakira, aplaudida pela plateia. A ministra Rosário, por sua vez, destacou o compromisso do governo com a educação infantil. "A presidenta escolheu o cuidado com as crianças como uma das metas do governo."

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), não compareceu à cerimônia, sendo representado por sua esposa Adriana Anselmo.
PAULA BIANCHI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO

terça-feira, 27 de setembro de 2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Marisa von Bülow: "O Chile na Encruzilhada"


“Nunca vimos nada assim”. Essa é a frase que mais se escuta nas últimas semanas no Chile, dita com ar de perplexidade tanto por aqueles que simpatizam com a onda de mobilizações que vem sacudindo o país, como por aqueles que se opõem a ela. E que não há meio termo possível: tem sido cada vez mais difícil manter-se neutro frente aos protestos liderados pelos estudantes universitários. Mas todos, independentemente da posição política, demonstram estar surpreendidos com o que está acontecendo em um país que tem sido reiteradamente apresentado como símbolo de estabilidade das instituições políticas.

Isso não quer dizer que o Chile democrático tenha sido sempre um país isento de conflitos ou de tensões sociais. Basta lembrarmos que, em 2006, aqueles que hoje são universitários formavam parte da geração de estudantes de ensino médio que, por meio de multitudinárias manifestações, conseguiu colocar o governo da então presidente socialista Michelle Bachelet em xeque. Algumas das reivindicações daquela época são as mesmas, como, por exemplo, a instituição do ensino público e gratuito.

O que há então de novo? Não só as manifestações reúnem um número inédito de pessoas, mas o mais importante é que refletem um grau de insatisfação que vai muito além das salas de aula dos colégios e universidades pagos. De fato, o Chile encontra-se hoje em uma encruzilhada.

Desde a década de 1980, quando foi implementado o modelo de desenvolvimento chileno, baseado na liberalização comercial e no papel reduzido do Estado na economia, nunca este havia sido questionado de maneira tão forte pela sociedade. Ao contrário: por muitos anos, parecia que o Chile era um dos poucos países do mundo em que boa parte da direita e da esquerda estava de acordo sobre as bases da política econômica. Tanto é que, apesar da alternância dos partidos no poder, foram poucas as mudanças realizadas nos alicerces desse modelo nos últimos trinta anos.

Do ponto de vista do modelo político chileno adotado no mesmo período, nunca houve consenso entre direita e esquerda. No entanto, as regras herdadas da ditadura criaram um regime político engessado, repleto de bloqueios e de obstáculos que dificultam qualquer reforma. O resultado é que, apesar de muitos avanços do processo de democratização, ainda hoje as instituições político-eleitorais do país são afetadas por regras que dificultam a renovação política e limitam a participação da sociedade civil.

O movimento estudantil que hoje ocupa escolas, universidades e ruas está forçando a discussão tanto desse modelo econômico como desse modelo político. Não tem, argumentam os críticos, demandas concretas. Os estudantes são contra a educação paga, são contra o lucro das instituições de ensino, pedem uma reforma tributária que gere recursos para a educação e defendem a instituição do plebiscito para decidir sobre temas fundamentais (como a reforma educacional). De fato, à exceção desta última proposta, os discursos são imprecisos e as pautas de reivindicação são vagas. O que os mesmos críticos têm dificuldade de reconhecer é que movimentos sociais captam e canalizam a insatisfação e a frustração da sociedade. Cabe às instituições políticas – o Poder Executivo, o Congresso Nacional e os partidos políticos –, em conjunto com as organizações da sociedade civil, encontrar respostas que permitam superar a crise, sob pena de perderem ainda mais credibilidade.


Esse desafio é urgente, conforme mostram os dados do Projeto Auditoria da Democracia, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD-Chile). Desde 2006, vem diminuindo o número de eleitores que se identificam com coalizões partidárias, seja a que hoje governa o país, seja a que o governou nas duas décadas anteriores. De acordo com a mesma fonte, em 2010 mais de 60% dos chilenos não se sentiam identificados com nenhum partido político, um crescimento de mais de vinte pontos em apenas uma década. Essa crescente desconfiança dos canais de representação tem afetado especialmente os jovens, cuja participação no eleitorado (no Chile o voto não é obrigatório) diminuiu de forma significativa desde a transição democrática. Ao mesmo tempo, as pesquisas de opinião pública mostram que o Presidente vem amargando recordes de baixa popularidade.

Nesse contexto de enfraquecimento das instituições políticas de representação e de questionamento das lideranças tradicionais, outros setores da sociedade civil vêm somando-se aos estudantes e transformando os protestos em um ciclo de mobilização mais amplo. A questão, colocada especialmente para as forças políticas de centro e de esquerda, é conseguir transformar esse complexo cenário de instabilidade e de descrença em uma oportunidade para que o Chile finalmente termine de acertar suas contas com o passado.

Do site UnB Agência

Marisa von Bülow é professora do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília e atualmente professora visitante do Instituto de Ciência Política da PUC-Chile. Possui doutorado em Ciência Política pela Johns Hopkins University, mestrado em Ciências Sociais pela Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais-Sede México e graduação em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília. As atividades docentes e de pesquisa se relacionam principalmente aos seguintes temas: sociedade civil e globalização, redes domésticas e transnacionais sobre comércio nas Américas, participação e políticas públicas, movimentos sociais e ONGs.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Comissão de Direitos Humanos recebe líder estudantil chilena


Após participar de uma audiência pública, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias , da Câmara dos Deputados, a presidente da Federação dos Estudantes da Universidade do Chile, Camila Vallejo, se encontrou com o presidente da câmara, Marco Maia. A reunião ocorreu às 17h no gabinete do deputado e foi acompanhado da deputada Manuela D'Ávila.

Vallejo entregou uma carta de reinvindicações ao parlamentar com uma série de medidas para reforçar a educação no país. Entre os principais objetivos, está o investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na formação de estudantes e professores, além de 50% dos recursos que serão arrecadados com o Pré-Sal.

A líder estudantil veio ao Brasil para acompanhar a Marcha dos Estudantes, organizada pela União Nacional dos Estudantes (UNE), que foi realizada nesta quinta-feira, em Brasília.

Encontro com Dilma

Enquanto Vallejo conversava com o presidente da Câmara, Marco Maia, o presidente da UNE Daniel Iliescu, se encontrou com a presidente Dilma no Palácio do Planalto. O encontro foi breve e amistoso. "A presidente disse que encaminhará ao ministro Fernando Haddad nossa pauta e pretende criar uma comissão para poder implantar nossas demandas", garnatiu.

Por  Sofia krause, do "Eu, estudante"

sábado, 27 de agosto de 2011

Protestos no Chile inspiram marcha em São Paulo

Estudantes protestam na avenida Paulista por 10% do PIB para a Educação

Manifestantes participam da Marcha da Educação, na tarde deste sábado, em São Paulo. Eles saíram do vão do Masp, na avenida Paulista e seguiram em direção ao prédio da Secretaria de Educação do Estado, na praça da República, onde chegaram por volta das 16h50, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).

Segundo a CET, cerca de 80 pessoas participam da manifestação. Formado por estudantes e educadores, o grupo reivindica a destinação de 10% do PIB do país para a educação.

De acordo com o estudante Felipe Fontes, a ideia da manifestação surgiu da visão de que, mesmo com o crescimento econômico do país e a confiança internacional, a educação não recebe a atenção devida. "[10%] é o mínimo necessário para tirar do estado de coma profundo que se encontra o sistema de ensino do país", diz.

Além dos 10% do PIB para a educação os organizadores defendem o Projeto de Lei nº 480, que obrigaria políticos eleitos a colocar seus filhos em escolas públicas. "Inconstitucional ou não, a proposta é certamente a que mais se aproxima do nível de dramaticidade e de urgência do quadro da educação brasileira", diz o site.

Da Folha de São Paulo

sábado, 20 de agosto de 2011

Chile deve enfrentar greve nacional em meio a protesto de estudantes


O enviado especial da Folha ao Chile, Lucas Ferraz informa no vídeo acima que existe uma greve geral marcada para o dia 24 de agosto em meio aos protestos dos estudantes por melhorias no sistema de ensino do país.

"Há um rechaço generalizado por parte da população chilena com o sistema político", informa Ferraz. A crise deflagrada principalmente pela manifestação dos estudantes que já dura cerca de 3 meses afeta não somente o governo do Sebastián Piñera, que tem a pior avaliação da história do país, mas também a oposição.

O diálogo com os estudantes está não tem avançado e isto tem provocado um desgaste do governo chileno e da figura do presidente. A última manifestação dos estudantes foi na terça-feira (9) passada e reuniu cerca de 70.000 pessoas, mas que acabou em confrontos com a polícia e resultou em 400 detidos.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

FOTOS: Estudantes chilenos fazem protesto 'silencioso' contra governo

No protesto "silencioso", os estudantes levaram cartazes com as inscrições "Como vamos dialogar se o governo nos cala?".
Estudantes de "luto" fizeram um novo protesto contra o governo de Sebastián Piñera em Valparaíso (a 120 km de Santiago). Eles pedem mudanças no sistema educacional do país.
Esse não é o primeiro protesto. Os estudantes já simularam uma praia nas ruas de Santiago, se vestiram de zumbis e fizeram até um "beijaço" em praça pública.
"Como vamos dialogar se o governo nos cala?", questionam os estudantes no protesto.
Fotos de Eliseo Fernandez/Reuters
Do Uol Educação

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Estudantes entram em choque com a polícia no Chile


Confrontos violentos entre manifestantes e policiais foram registrados na última quinta-feira no centro de Santiago do Chile, como parte de um protesto de milhares de estudantes e professores para exigir educação gratuita, comprovaram jornalistas da AFP. Os confrontos começaram ao final de uma colorida e festiva manifestação.

Os policiais lançavam bombas de gás lacrimogêneo e utilizavam jatos d'água contra manifestantes, que os atacavam com paus, pedras e objetos metálicos no centro de Santiago. Houve saque a uma loja de telefonia celular e a tentativa de ocupar a embaixada do Brasil em Santiago, onde um grupo de manifestantes agrediu com pedras e paus a polícia, tentando atravessar as barreiras de proteção. A embaixada brasileira fica em frente ao Ministério da Educação, no centro da cidade e ponto nevrálgico da marcha.

Segundo a imprensa local, os manifestantes atingiram seu objetivo de chegar aos 100 mil participantes e converter o protesto no maior já realizado por estudantes do Chile, embora a polícia não tenha divulgado números oficiais. Os manifestantes exigem educação pública gratuita, num país que possui cerca de 4,5 milhões de estudantes e onde os melhores resultados são obtidos por alunos de instituições privadas.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Manifestações no Mundo Hispânico: Cerca de 15 mil vão às ruas do Chile por melhorias na educação

Estudante é preso durante manifestação por melhorias no sistema educacional chileno
Estudante é preso durante manifestação por melhorias no sistema educacional chileno; cerca de 15 mil protestaram
Cerca de 15 mil estudantes se manifestaram nesta quarta-feira nas ruas do centro de Santiago para exigir melhorias no sistema educativo do país, assim como mais facilidades para o financiamento de seus estudos universitários. O Colégio de Professores e a Associação Nacional dos Funcionários Fiscais aderiram aos protestos, e suas exigências receberam o apoio da Universidade de Santiago do Chile e da Universidade do Chile.

"As universidades públicas, que realizam ensino de boa qualidade e pesquisa no Chile, estão há anos aguardando por um tratamento justo,e a verdade é que não queremos continuar esperando enquanto os sonhos e ideais de gerações de chilenos são frustrados", disse o reitor da Universidade do Chile, Víctor Pérez Vera, em um comunicado.

A manifestação ocorreu de forma pacífica, segundo a polícia. No entanto, na região do Ministério da Educação, um grupo de manifestantes protagonizou distúrbios, sendo contidos por jatos d'água e bombas de gás lacrimogêneo lançados pelas forças de segurança. A Confederação dos Estudantes do Chile (Confech) quer ampliar o acesso à educação universitária e facilitar o financiamento dos estudos por meio da concessão de bolsas e créditos, de acordo com a representante da Federação dos Estudantes da Universidad do Chile, Camila Vallejos.

Os estudantes denunciam a falta de financiamento das universidades públicas e a pouca regulamentação das universidades privadas. Uma drástica redução dos recursos, ocorrida durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), e a ampla privatização do setor educativo são apontados como as principais causas dos maus resultados.
Da Folha de São Paulo