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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Conheça o "merengue", dança típica dos latino americanos


O merengue é a dança nacional dominicana, mas também conhecida em Porto Rico, Haiti, Venezuela e Colômbia, na qual um dos pés marca o tempo e o outro é arrastado no chão. As suas origem são crioulas, tendo sido levada pelos escravos da África Austral (Angola), para os novos territórios das Américas, a sua primeira referência escrita data do século XIX. O estilo mais popular do merengue é habitualmente interpretado por um amplo conjunto de instrumentos que inclui vários saxofones, acordeões, trompetas e teclados, com vocalistas divertidos. Ao nível coreográfico, o merengue apresenta passos fáceis e rápidos, dançados por casais entrelaçados.

Aparentemente essa última versão é a mais próxima da verdade. Entre 1838 e 1849, a dança chamada "Upa Habanera" (Upa de Havana) fez seu caminho no Caribe sendo bem-vinda em Porto Rico. Um dos passos desta dança era chamado de merengue e isso denominou a dança quando aportou em solos dominicanos. Permaneceu desconhecida para muitos até que o coronel Alfonseca escreveu letras para a nova música. Em 1844, o merengue ainda não era popular, mas em 1850 estava em voga, tirando o lugar antes ocupado pela tumba. Nesta época, os jornais de Santo Domingo iniciaram uma campanha contra o merengue em favor da tumba. A alta sociedade não o aceitava pois as letras eram vulgares, descendiam de negros africanos e não tinham caráter religioso. Mas aos poucos, o merengue foi ganhando espaço.

No começo do século 20, alguns músicos tentavam introduzir o merengue nos salões de bailes, porém ainda encontravam resistência da alta sociedade que não aceitava as letras das músicas. Em 1930, Rafael Trujilo usou as músicas em sua campanha presidencial através das rádios. Uma família aristocrática pediu para Luiz Alberti para escrever uma letra decente e fez "Compadre Pedro Juan" que não foi só aceita pela sociedade como tornou-se um sucesso. A partir daí, o ritmo tornou-se muito popular e passou a ser dançado em muitos lugares do Caribe e América do Sul.

Atualmente, o merengue, assim como a sua prima salsa, sofreu influências norte americanas, como a de grandes bandas. Os instrumentos mudaram, mas o ritmo continua inconfundível. A dança é muito alegre e contagiante, com passos fáceis que permitem a cada dançarino se expressar através de seu gingado.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

sábado, 22 de outubro de 2011

América Latina é mais autônoma em relação aos EUA, diz Dosman

A América Latina está mais autônoma em relação aos EUA. O Brasil desempenha um papel-chave para conter nacionalismos e precisa controlar suas próprias tentações. A crise atual vai aumentar o protecionismo.

As avaliações são de Edgar Dosman, cientista político e professor da Universidade de York, no Canadá, onde é pesquisador do Centro York de Estudos Internacionais e de Segurança.

Ele lança no Brasil o livro "Raúl Prebisch, a Construção da América Latina e do Terceiro Mundo", biografia do estruturalista argentino que construiu a Cepal (Comissão Econômica para a América Latina), imaginou a integração regional e defendeu a industrialização no continente.

A seguir, trechos da entrevista que concedeu à Folha. Dosman estará no Brasil em agosto para o lançamento do livro.

Como o sr. qualifica a situação na América Latina, os blocos econômicos e a emergência da China na região?
Edgar Dosman - É complexa. A arquitetura regional está em transição com numerosas iniciativas simultâneas, incluindo o esforço liderado pelo Brasil para consolidar a comunidade sul-americana. A criação de um novo processo latino-americano exclui os Estados Unidos e o Canadá e desafia a tradicional máquina interamericana centrada na Organização dos Estados Americanos (OEA). Há o experimento da Alba. Também o México faz uma nova aliança no Pacifico, com os países andinos. O processo de integração regional, que começou em 1960, teve uma segunda fase com a formação de blocos subregionais, como o Mercosul e o Nafta. Agora há um terceiro período, de conteúdo ainda indefinido. Todos os blocos existentes têm problemas de legitimidade, incluindo o Mercosul e o Nafta. A Alca está morta. O que é certo é que a América Latina tem hoje muito mais autonomia em relação aos EUA do que tinha no passado. Não apenas como resultado da afluência de atores poderosos como a China e a Índia, o que favorece um sistema econômico internacional multipolar, como também pelas conquistas macroeconômicas feitas a duras penas pelos governos latino-americanos, que deram uma resposta anticíclica à recessão de 2008. O declínio da influência norte-americana também reflete, é claro, a paralisia do governo de Washington, o que afeta o seu prestígio.


A questão do nacionalismo está de volta?
O Mercosul tomou o lugar da rivalidade militar entre Brasil e Argentina, com uma comunidade segura. Foi uma grande conquista. Também a diplomacia conteve crises como a entre Equador e Colômbia, administra as relações com a Venezuela, e aceita a liderança do Brasil no Haiti. É possível que a nova aliança do Pacífico alivie as tensões entre Chile e Peru. Mas há desafios. Na América hispânica, há resentimentos em relação ao poder do Brasil. Algumas das antigas rivalidades continuam (Chile-Bolívia, Colômbia-Venezuela, América Central etc), complicando o diálogo continental. A questão do crime na região precisa ser constatemente atacada. O principal fator de sucesso será a qualidade da liderança brasileira. Como lider regional, o país tem a responsabilidade de conter o nacionalismo e, mais do que isso, controlar suas próprias tentações.

Qual sua visão do Mercosul?
Tem apoio forte, apesar das tensões. Enquanto existe hoje o início de um diálogo continental, o escopo da integração dos sistemas produtivos é muito mais profundo. O desafio continua sendo a disparidade na região entre países em diferentes níveis de capacidades e desenvolvimento.

"Raúl Prebisch, a Construção da América Latina e do Terceiro Mundo"
  • Autor: Edgar Dosman
  • Editora: Contraponto
  • Páginas: 656
  • Quanto: R$ 80
    Entrevista feita por Eleonora de Lucena da Folha de São Paulo

sábado, 8 de outubro de 2011

Shakira inicia trabalho em comissão de educação de Obama


A estrela do pop colombiana Shakira iniciou seus trabalhos como membro de uma comissão para assessorar o presidente Barack Obama na melhora do nível educacional dos hispânicos, minoria mais numerosa nos Estados Unidos. "Não há investimento melhor do que o investimento em nossas crianças, principalmente quando elas são muito pequenas", afirmou Shakira durante uma reunião da comissão na Casa Branca. "Espero poder dividir um pouco do que aprendi nesses últimos 15 anos em que trabalhei com crianças na Colômbia e América Latina."

A cantora colombiana dirige a fundação Pies Descalzos, que ajuda crianças na América Latina. Ela foi escolhida ontem por Obama para integrar a comissão, ao lado de líderes americanos que trabalham para melhorar o nível educacional das minorias. Diante da comissão, Shakira defendeu "as estratégias para o desenvolvimento da infância". "Promover essas estratégias é uma forma de garantir que nossas crianças, principalmente as latinas, chegarão ao ensino secundário e à universidade", afirmou.

A jornada de debates da qual Shakira participou foi a segunda da comissão, criada no ano passado por Obama. A primeira aconteceu em maio.

O governo americano escolheu Shakira por seu perfil filantrópico: além de liderar a fundação Pies Descalzos - que ajudou escolas na América Latina e África do Sul, alimentando 6 mil crianças -, ela trabalhou com o Banco Mundial em projetos educacionais, e é embaixadora da boa-vontade do Unicef.

Doze milhões de crianças e jovens hispânicos estudam em escolas públicas americanas, 22% do total, mas eles formam o grupo com menor nível educacional. A comissão presidencial faz parte dos esforços do governo Obama para melhorar a situação dos hispânicos, que foram afetados desproporcionalmente pela crise econômica.

Correio Braziliense

Vídeo del día: Ver el concierto completo de Shakira en Rock in Rio

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Mergulhe na cultura do café colombiano

Vista aérea do parque nacional do café, na Colômbia; local é uma viagem pela cultura cafeeira do país

Um bom jeito se aproximar da cultura cafeeira é visitar Recuca ("Recorrido de la cultura cafetera"), literalmente, uma viagem pela cultura do café. Numa fazenda localizada a cerca de 20 minutos de Armênia, no povoado de Barcelona, guias conduzem os visitantes a um passeio de cerca de duas horas.

Começam demonstrando como o café era processado nos primeiros anos da colonização colombiana, desde a separação da casca pelo método rudimentar em pedra, passando por pequenas moendas. A visita passa ainda por uma vivência de colheita: o visitante veste um traje típico e entra no cafezal. No final, podem-se ver os grãos sendo torrados e moídos -e saborear um café.

TRIÂNGULO DO CAFÉ

O eixo cafeicultor colombiano fica no centro do país, no chamado Triângulo do Café, nos departamentos de Risaralda, Caldas e Quindío. Voos diários com cerca de uma hora ligam a região à capital Bogotá. Armênia, capital de Quindío, soube aproveitar melhor o lado turístico da cultura cafeicultora e hoje atrai visitantes de todo mundo. Para se hospedar, procure os hotéis da região norte, mais arborizada e tranquila. Ali se concentram os poucos bons restaurantes.


O aparecimento do café arábico na região tem algumas versões. Uma delas é que o cultivo foi introduzido pelos jesuítas em 1730, principalmente nas proximidades de Santander, nordeste da Colômbia, e, posteriormente, chegou à área conhecida hoje como Triângulo do Café.

Se a ideia é uma imersão total na cultura cafeicultora, procure se hospedar em uma "hacienda" ou "finca", antigas propriedades rurais transformadas em hotéis. Programe a viagem entre setembro e novembro, quando é feita a principal colheita do ano. Nessa época, em qualquer estrada será possível ver os cafezais vermelhos e floridos. A segunda colheita do ano, bem menor, é feita em maio e junho.

A enorme quantidade de cafezais é vista logo no curto trajeto entre o aeroporto El Éden e o centro de Armênia. Há também bananeiras, cujas folhas protegem as plantas em época de muito sol -e os pés de cafés afastam pragas que atacam as bananeiras. A altitude local, a 1550 metros, faz toda a diferença no cultivo. Segundo os produtores, os cafés cultivados na Colômbia são mais suaves. Em locais mais baixos, como é o caso da África e do Brasil, são mais amargos.

POR GUILHERME TOSETTO
ENVIADO ESPECIAL FOLHA DE SP À COLÔMBIA

sábado, 17 de setembro de 2011

Conheça a Cordilheira dos Andes, uma das paisagens mais bonitas do Chile


A Cordilheira dos Andes (em língua quechua: Anti(s)) é uma vasta cadeia montanhosa formada por um sistema contínuo de montanhas ao longo da costa ocidental da América do Sul, sendo a formação geológica da mesma datada do período Terciário. A cordilheira possui aproximadamente 8000 km de extensão. É a maior cadeia de montanhas do mundo (em comprimento), e em seus trechos mais largos chega a 160 km do extremo leste ao oeste. Sua altitude média gira em torno de 4000 m e seu ponto culminante é o pico do Aconcágua com 6962 m de altitude.

A Cordilheira dos Andes se estende desde a Venezuela até à Patagônia, atravessando todo o continente sul-americano, caracterizando a paisagem do Chile, Argentina, Peru, Bolívia, Equador e Colômbia, também conhecidos como países Andinos.

Nos territórios da Colômbia e da Venezuela a cordilheira se ramifica e se prolonga até quase alcançar o Mar do Caribe. Em sua parte meridional serve de longa fronteira natural entre Chile e Argentina. Na zona central, os Andes se alargam dando lugar a um planalto elevado conhecido como Altiplano, partilhado pelo Peru, Bolívia e Chile. A cordilheira volta a estreitar-se no norte do Peru e se alarga novamente na Colômbia para estreitar-se e dividir-se ao entrar na Venezuela.
Retirado do Wikipédia

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ônibus urbano na América Latina

Uma das coisas mais difíceis em Santiago do Chile é pegar o ônibus urbano (tomar un autobus), eles dificilmente param no ponto. Quando estive lá, vi muitas pessoas subindo no ônibus ainda em movimento. Já andei muito de ônibus pela América, de um país para outro, ou até mesmo de uma região para outra. Os ônibus em espanhol recebem vários nomes como: bus, autobús (plural autobuses), colectivo, ómnibus e autocar.

Alguns países dão nome singular aos ônibus. Em Cuba, Porto Rico e nas Ilhas Canárias, onde chamam-no de “Guagua”. Vale fazer uma breve nota sobre esta palavra “Guagua”, no Chile ela significa bebê. Já na Venezuela, Costa Rica, Colombia e Equador, se chama de “buseta” e para o mais conhecido e simpático micro ônibus: busetilla (as vezes chamam também de “buseta”).

Na Colômbia, os ônibus interurbanos, aqueles que percorrem grandes distâncias (largos recorridos) e geralmente usam estradas (carretera) eles o chamam de “Chiva”. Há também os “bus articulado”, como os que tem em Curitiba e outras cidades do Brasil. Foi o sistema integrado de transporte de Curitiba que inspirou uma das cidades que renasceu para o turismo: Bogotá. Muitas cidades já copiaram esse modelo pelo mundo afora.

O mais importante quando alguém tiver fazendo sujeira no ônibus você fala: 
“No haga eso, por favor”.


Um dos piores ônibus que já peguei foi no Paraguai, tanto o urbano quanto o intermunicipal. Os alguns urbanos têm piso de madeira, cortinas nas janelas e alguns bordados de lã na janela da frente do ônibus, na maioria das vezes (quase sempre) estão sujos (sucio) e coberto de poeira; as janelas laterais que abrem estão soltas, fazendo um barulho ensurdecedor. Em algumas cidades as ruas tem tanto buraco que parece que estamos andando de barco.

Quando fui a Trindad, 249 km de Foz do Iguaçu, passei por quase tudo no ônibus, pessoas vomitando no chão, ou mijando na poltrona, ou comendo no ônibus (comendo peixe empanado, o preferido, principalmente para colocar no pão) e depois limpando a mão na cortina (enfim descobri o uso delas).

Uma coisa devo destacar, ônibus da América Latina são “graciosos e hermosos”. É como os defino para muitos dos ônibus coloridos e de design peculiar, como os da Colômbia, Paraguai, Venezuela, para o delírio de todos os amantes e apaixonados por ônibus.

Palavras relacionadas:
  • Butaca: poltrona
  • Peaje: pedágio
  • Autopista: estrada
  • Calle ancha: rua larga, como Avenida Paulista
  • Tarjeta: cartão de transporte

Por Jairo Moreira
Do Dicas de Espanhol

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tesoros peruanos visitan Colombia

El ministro de Cultura, Juan Ossio Acuña, y su par colombiana, Mariana Garcés Córdova, inauguraron en el Museo Nacional de Colombia, con sede en Bogotá, la exposición Hilos para la eternidad: textiles funerarios del antiguo Perú.

Incluye 82 piezas de la cultura Paracas, entre ellas 48 textiles y 34 objetos de contexto, como mantos, redes, taparrabos, faldas, vestidos de mujer, tocados, cerámicas, piezas trabajadas en tumbaga y madera, piedras y restos animales. Una parte pertenece a Paracas Cavernas (700 a. C. a 100 d. C.) mientras que la mayoría corresponde a la etapa Paracas Necrópolis (100 a. C. a 200 d. C).

El ministro Ossio expresó su "personal satisfacción por haber podido contribuir a la realización de esta excepcional exposición en Bogotá". Agradeció a las diversas instituciones públicas y a la Embajada del Perú en Colombia, por hacer posible la muestra. Por su parte, la ministra Garcés señaló que "la hermandad del Perú y Colombia se ha visto reflejada en el desarrollo de proyectos culturales que hablan de intereses comunes en torno al patrimonio de nuestras naciones".

Por último, la directora del Museo Nacional de Colombia, María Victoria de Robayo, manifestó que "los mantos funerarios de la cultura Paracas son, sin duda alguna, una de las expresiones más ricas del arte textil no solo del Perú sino del mundo prehispánico en general", resaltó.
Del "El Peruano"

quinta-feira, 21 de julho de 2011

FOTOS: Desfile militar marca os 201 anos de independência da Colômbia

Policiais colombianos acompanhados dos cães farejadores participam das celebrações pelos 201 anos de independência da Colômbia em Bogotá John Vizcaino/Reuters
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos e a mulher, Clemência Rodriguez, acompanham o desfile militar em comemoração aos 201 anos de independência da Colômbia, em Bogotá (Luis Acosta/AFP)
Soldados feridos em campos de batalha participam do desfile militar em comemoração aos 201 anos de independência da Colômbia, em Bogotá (William Fernando Martinez/AP)
Autoridades políticas e militares participaram do desfile em comemoração aos 201 anos de independência da Colômbia, em Bogotá (William Fernando Martinez/AP)
Soldados do exército colombiano participam do desfile em comemoração aos 201 anos de independência da Colômbia, em Bogotá (Leonardo Munhoz/EFE)
Menino vestido de militar participa do desfile em comemoração aos 201 anos de independência da Colômbia, em Bogotá Carlos Durán/EFE
Membros da Força Aérea colombiana participam do desfile em comemoração aos 201 anos de independência da Colômbia, em Bogotá (Carlos Durán/EFE)
Do UOL Notícias

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Anonymous ataca Facebook do presidente da Colômbia


O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, lamentou nesta quarta-feira em sua conta do Twitter o ataque de hackers do Anonymous contra sua conta do Facebook, em meio às comemorações dos 201 anos da Independência da Colômbia.

"Lamento a interferência na conta do Facebook que está em meu nome e as mensagens publicadas ali", disse o presidente no Twitter.

Na página pessoal de Santos está uma mensagem: "somos Anonymous, somos uma legião, não esquecemos, não perdoamos, aqui estamos", como o link de um vídeo do Youtube intitulado "Falsa Independência".

O videoclip diz que em "20 de julho, a Colômbia não deveria comemorar, deveria exigir seus direitos e suas liberdade em todos os âmbitos", em referência à comemoração na Colômbia de seus 201 anos de independência da coroa espanhola.

Em seguida, a organização internacional de ciberativistas questiona que atualmente persiste no país sul-americano a violência, o desemprego, "os recursos naturais ainda são saqueados, a possibilidade de trabalhar e ganhar bem é mínima, os bancos controlam o monopólio do dinheiro", entre outras críticas.

O mesmo videoclip foi publicado na conta do Twitter do ex-presidente Álvaro Uribe, que qualificou de "grave" o dano à sua conta nessa rede social e pediu ajuda para recuperá-la. "Que grave dano criminal na nossa conta", escreveu. "Me ajudem a recuperar a conta que foi hackeada por criminosos", completou.

Além disso, o Anonymous invadiu as páginas da internet do Ministério da Defesa da Colômbia e do Conselho para o Bicentenário.

Em abril passado, a organização internacional de ciberativistas iniciou ataques contra a página do Ministério do Interior e da Justiça da Colômbia, em protesto contra um projeto de lei que pretende regular a internet e seus conteúdos, os direitos de autor e de propriedade intelectual.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Países amazônicos se unem para medir desmatamento


Os países da região amazônica iniciarão em agosto uma série de estudos para medir a taxa de desmatamento dessa zona, que abriga 20% das reservas de água doce do planeta, anunciou na última segunda-feira (11) em Quito a associação que os representa.

O monitoramento sobre desmatamento busca harmonizar critérios para medir a perda de área verde, que varia de país para país, explicou o diretor-executivo da OTCA (Organização do Tratado de Cooperação Amazônica), o boliviano Mauricio Dorfler.

Trata-se do primeiro estudo desse tipo de alcance regional, e contará com especialistas de Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, destacou Dorfler. Entre as causas do fenômeno do desmatamento, o diretor mencionou a pressão sobre o uso da terra, a agricultura, a exploração madeireira e a extração de minerais. A OTCA também empreenderá em agosto o primeiro estudo de recursos hídricos fronteiriços, com o objetivo de promover uma melhor e mais adequada utilização da água, disse Dorfler.


A Amazônia representa 6% da superfície do planeta. Contém mais da metade do parque úmido tropical e 20% das reservas de água doce do mundo, o que a converterá em um território estratégico frente a fenômenos como o aquecimento global, segundo a OTCA.

A região abarca 7,4 milhões de quilômetros quadrados - equivalentes a 40% da superfície do território sul-americano. É uma das mais diversas da Terra, um "grande espaço de riqueza cultural", sendo habitada por 420 povos indígenas, disse Dorfler.

DA FRANCE PRESSE, EM QUITO

terça-feira, 12 de julho de 2011

Mostra latino-americana exibe mais de cem filmes até domingo

 

Durante seis dias, a produção latino-americana vai ferver em seis salas de cinema da cidade de São Paulo. Em sua sexta edição, o Festival de Cinema Latino-Americano, que começa nesta terça-feira (12), vai homenagear o colombiano Gabriel García Márquez, Nobel de Literatura, e o diretor e roteirista baiano Orlando Senna.

Além de apresentar trabalhos e tributos dos homenageados, como "Diamante Bruto", de Senna, a mostra terá uma retrospectiva do novo cinema argentino, com longas como "Mundo Grua", de Pablo Trapero, com a exibição de títulos ainda inéditos no Brasil, como "Solidão e Fé", de Tatiana Lohmann, e com uma sessão para a diversidade sexual.
Do Guia Folha, Folha de São Paulo

"Hermanos" derrotam a Costa Rica: Messi ajuda Argentina a se garantir nas quartas

Aguero Messi gol Argentina (Foto: Reuters)
Di María, Agüero e Messi: os nomes da vitória da tranquila Argentina sobre a Costa Rica (Foto: Reuters)
Ufa. Depois de péssimas exibições contra Bolívia e Colômbia, a Argentina finalmente fez o que dela se esperava na Copa América. Contando com bela atuação de Lionel Messi, os anfitriões venceram com total autoridade a Costa Rica por 3 a 0, no estádio Mário Kempes, em Córdoba, e se garantiram nas quartas de final. O camisa 10, que teve seu nome gritado antes, durante e depois da partida, foi eleito o melhor da partida pelos torcedores e deu passe para dois gols (Di María e Agüero). O genro de Maradona, por sinal, fez outro e assumiu a artilharia da competição com três gols.

Camisa 10 dá duas lindas assistências, e hermanos derrotam a Costa Rica com autoridade.

Apesar da boa atuação, Lionel Messi completou nesta segunda 15 jogos oficiais sem gols pela seleção - o último foi contra a Venezuela, no dia 23 de março de 2009, pelas eliminatórias da Copa. Por se tratar de um amistoso, a partida contra o Brasil, no dia 17 de novembro de 2010, em Doha, não entra na contagem.

Com o triunfo, a Argentina chegou aos cinco pontos, ficando com o segundo lugar do Grupo A. A Colômbia, que derrotou os bolivianos na véspera, terminou em primeiro. Agora, na próxima fase, os hermanos esperam o segundo colocado da chave C, que pode ser o Uruguai. Nesta terça-feira, a Celeste pega o lanterna México e, vencendo, deve ficar com a vice-liderança. Dividindo a primeira colocação provisória, chilenos e peruanos se enfrentam no mesmo dia.
Por Marcos Felipe
Do Globo Esporte

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fotos: Manifestantes protestam contra a realização de touradas na Colômbia


Em Cali, na Colômbia, manifestantes se pintaram de preto e vermelho e deitaram na rua para formar a imagem de um touro machucado. Como se isso não fosse o suficiente para chamar atenção para a causa, eles ainda estavam seminus.


Ativistas com corpos pintados e seminus protestam em uma praça de Cali contra a realização de touradas na Colômbia na última quinta feita (30/06).

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Cuba celebrará Convenção Internacional sobre Meio Ambiente


A VIII Convenção Internacional sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento a ser realizar em Cuba de 4 a 8 de julho próximo com especialistas da Venezuela, Brasil, Colômbia, México, Uruguai, Argentina, Espanha, Noruega, Estados Unidos e Equador.

No Palácio de Convenções da Havana, os especialistas cubanos mostrarão os resultados de projetos e investigações realizadas, e trocarão com especialistas de outras nacionalidades suas experiências, pontos de vista e ideias. A Convenção inclui os congressos de áreas protegidas, mudança climática, ecossistemas e biodiversidade, educação e gerenciamento ambiental, informaram membros do Comitê Organizador.

Explicaram que se incluem três colóquios sobre, direito ambiental, ordenamento ambiental, e perigo, vulnerabilidade e riscos, além de uma feira expositiva na que instituições e organismos apresentarão tecnologias, projetos e experiências.

Personalidades como o Secretário Executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica, Ahmed Djoghlaf, e o Secretário Executivo do Convênio das Nações Unidas de luta contra a desertificação, Luc Gnacadja, darão sendas conferências magistrais na jornada inaugural, indicaram.

Também está confirmada a assistência de um numerosos grupos de vice-ministros, diretores de ministérios de meio-ambiente, faculdades universitárias e centros de investigação de vários países, bem como investigadores e professores.

Do site Prensa Latina

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Simon Bolívar: Um homem libertador e sonhador


De família criolla, Simon Bolívar nasceu em Caracas (hoje Venezuela), em 1783. Seu pai era um rico fazendeiro, mas sua mãe era descendente de negros. Estudou na Europa e nos EUA, onde aprendeu a gostar dos filósofos gregos e dos pensadores iluministas franceses, especialmente J. J. Rousseau. Desde jovem, Bolívar entregou-se à luta pela independência da América espanhola. Com dinheiro de herança, formou um exército rebelde que comandou em inúmeras batalhas vitoriosas contra os espanhóis. 

Foi o comandante das guerras de independência da Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela! E, em 1825, no auge do prestígio, abriu mão de seus poderes de general. Não aceitou tornar-se rei da América recém emancipada e recusou homenagens oficiais. Seu ideal agora era o pan-americanismo: unir todos os países libertados. As elites criollas, entretanto, tinham outros projetos. Iriam se devorar em guerras civis.

Bolívar morreu triste e solitário, com apenas 47 anos de idade. A história não é feita pelos heróis. Mas existe algumas circunstâncias históricas especiais em que as ações de um indivíduo podem ser relevantes. Bolívar foi o homem relevante naquelas circunstâncias da América Hispânica.

Retirado do livro "Nova História Crítica" de Mario Shmidt 

domingo, 29 de maio de 2011

Zelaya chega a Honduras depois de quase 2 anos de golpe que o depôs

Manuel Zelaya acena para apoiadores durante sua chegada a Tegucigalpa (Foto: AP)
Manuel Zelaya acena para apoiadores durante sua chegada a Tegucigalpa (Foto: AP)

O ex-presidente de Honduras Manuel Zelaya, derrubado do poder em 28 de junho de 2009, retornou neste sábado a seu país após um ano e quatro meses de exílio na República Dominicana. Na chegada, Zelaya disse aos seus apoiadores que voltou "cheio de otimismo". Depois do período exilado, Zelaya embarcou na última sexta-feira (27) para a Nicarágua, para aguardar pela viagem de retorno a Honduras.

O avião vindo da Nicarágua pousou às 14h22 locais (17h22 em Brasília) no aeroporto internacional Toncontín, em Tegucigalpa, onde milhares de apoiadores do ex-presidente aguardavam para festejar seu retorno.

Zelaya partiu neste sábado do Aeroporto Internacional de Manágua, de onde se despediu com honras de Estado pelo governante nicaraguense, Daniel Ortega. Zelaya disse que o retorno a seu país significa "uma mensagem de esperança e otimismo para as democracias da América Latina", em declarações exclusivas à emissora de TV venezuelana Telesur, as primeiras feitas depois de voltar do exílio.

"Hoje, depois de quase dois anos, depois de uma luta de toda América Latina, conseguimos voltar à nossa terra e a abraçar nosso povo", completou o ex-presidente, que usava seu tradicional chapéu branco. "Tentaram manchar sua imagem, mas foi demonstrado que era tudo falácia", disse a filha dele, Hortensia, sobre as acusações contra o pai, ao sair do avião.

Multidão vestindo vermelho e levando faixas e cartazes aguarda a volta de Manuel Zelaya em Tegucigalpa neste sábado (28) (Foto: AP)
Multidão vestindo vermelho e levando faixas e cartazes aguardou desde cedo a volta de Manuel Zelaya em Tegucigalpa neste sábado (28) (Foto: AP)

ACORDO:  O presidente direitista hondurenho Porfírio Logo, com quem Zelaya assinou um acordo de reconciliação na Colômbia no domingo passado (22), o receberá neste sábado na Casa de Governo, junto ao secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, e à chanceler colombiana, María ngela Holguín. Antes disso, Zelaya é esperado para um discurso em praça pública.

O ex-presidente chegou com um grande capital político, com o qual pretende recuperar o poder, em um país pobre que se prepara para retornar à Organização de Estados Americanos (OEA) na próxima quarta-feira (1º), passo-chave para que possa receber novamente empréstimos e ajuda externa.

EMBAIXADA BRASILEIRA: Depois de deposto e expulso do país, Manuel Zelaya chegou a retornar a Honduras e buscou abrigo na Embaixada Brasileira em Tegucigalpa. A diplomacia brasileira passou a participar ativamente do caso polêmico em Honduras, que repercutiu em todo o mundo. Após quatro meses, o presidente deposto deixou a embaixada e embarcou para o exílio na República Dominicana.

Do G1

terça-feira, 3 de maio de 2011

Veja como foi a repercusão da morte de Osama Bin Laden em alguns países hispânicos

Osama Bin Laden
COLÔMBIA: O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, parabenizou o presidente Barack Obama pela operação militar. Para ele, a ação representa um golpe no terrorismo internacional. "Esse é um golpe importante e decisivo para o terrorismo global e demonstra, mais uma vez, que os terroristas, mais cedo ou mais tarde, sempre caem", disse Santos. "Na luta global contra o terrorismo só existe um maneira: perseverar, perseverar e resistir" - afirmou ele que enfrenta, no seu próprio país, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), consideradas por parte da comunidade internacional como um grupo de guerrilha ligado ao tráfico internacional de drogas.

MÉXICO: O presidente do México, Felipe Calderón, disse que a morte de Bin Laden é "um fato de grande importância" na luta contra o terrorismo. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores do México classificou a al-Qaeda como "uma das organizações terroristas mais cruéis e sangrentas no mundo".

CHILE: Por meio do ministro das Relações Exteriores do Chile, Alfredo Moreno, o presidente chileno, Sebastián Piñera, recomendou cautela em relação às consequências da morte de Bin Laden. Segundo o chanceler, não se deve "cantar vitória", mas ficar em alerta em relação às ações terroristas.

PERU: O presidente peruano Alan Garcia disse, nesta segunda-feira durante a inauguração de uma usina hidrelétrica, que Papa João Paulo II, que foi beatificado neste domingo, deve receber crédito pela morte de Bin Laden. "Foi seu primeiro milagre tirar do mundo a encarnação do mal, a encarnação demoníaca do crime, do ódio e nos dar a notícia de que o homem que explodiu as torres não existe mais", disse Garcia. O líder peruano também afirmou que a morte de Bin Laden também justifica a decisão do presidente George W. Bush de "punir Bin Laden e pacientemente continuar este trabalho que deu frutos".

Adaptado do site "O Globo" - Mundo 

domingo, 24 de abril de 2011

Documentários: "Un paseo por Latino America"

Praça pública em Lima, Peru.
Olá galera, "Un paseo por Latino América" são 4 volumes de uma série de documentários, que retratam os aspectos gerais (economia, relevo, história, costumes, gastronomia) de alguns países latinos como Colômbia, Argentina, Peru e outros. Esses documentários foram cedidos pela professora  de espanhol do CILB, Susan,  para a nossa formação teórica sobre alguns países que compõe a cultura hispânica. Aos poucos, todos os componentes do grupo irão assistir aos documentários. Os mesmos tem uma narrativa em língua espanhola, no entanto, a compreensão é possível. Estamos esquematizando os poucos os passeios práticos do projeto, em breve postaremos informações mais concretas.

"Un paseo por Latino America" - Difusión, Centro de Investigación y Publicaciones de Idiomas.

Conheça "Kudai", a banda de pop chileno que conquistou a América Latina

Banda Kudai
Kudai é a primeira banda de pop chileno. Os jovens iniciaram sua trajetória 2000 no grupo CIAO ("El poder de los ninõs", em português, o poder das crianças), ao passar dos anos, os integrantes da banda cresceram e reformularam a banda, e então passou a se chamar Kudai, que é uma derivação de "jovem trabalhador" em Mapuche uma região do centro-sul do Chile.

A temática das músicas passaram a girar em torno de momentos dos integrantes da banda, uma temática mais adolescente. Pablo, Bárbara, Tomás e Nicole formaram o grupo, o primeiro grupo pop chileno que incluem homens e mulheres em sua formação. Em 2006, durante uma turnê na América Latina, Nicole decide sair do grupo, e assim, Gabriela entra em seu lugar, permanecendo assim, os dois vocais femininos que o público estava acostumado.

Em 2007 o grupo vai para o México, onde resolve fazer uma turnê em todos os estados da república mexicana, consolidando o sucesso atraído na América do Sul em terras astecas, deixando assim um sucesso sólido para produzir o terceiro álbum com o objetivo de conquistar o mercado latino dos Estados Unidos e Espanha. No entanto o ciclo de sucesso se encerra em meados de 2010, sem nenhuma explicação o grupo é finalizado.

Os jovens de Santiago carregam na bagagem inúmeras indicações musicais como "Melhor Grupo Pop" e "Melhor Banda" da MTV em países latinos, como México, Argentina, Equador, Colômbia, e Chile.

Discografia: Vuelo (2003), Gira - En Vivo (2005), Sobrevive (2006), Desde México - En Vivo (2007), Nadha (2008).

A banda Kudai teve várias músicas de sucesso, uma delas foi "Dejame Gritar", conheça um pouco do trabalho dos jovens chilenos: