Mostrando postagens com marcador agricultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador agricultura. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Saiba como está organizada a economia do Panamá

Foto da Cidade do Panamá, capital do Panamá.
A principal fonte de recursos do Panamá está associada às operações realizadas no Canal do Panamá, cujo controle total passou ao Panamá em 1999. O Produto Interno Bruto é de 24.711 bilhões de dólares (2009), equivalentes a 7.155 dólares per capita.

A fortemente dolarizada economia do Panamá apóia-se num bem desenvolvido setor de serviços, que responde por 3/4 do Produto Interno Bruto. Os serviços estão associados à operação do Canal do Panamá, cujo controle total passou ao país em 1999, e também ao setor bancário e à zona de livre comércio de Colón, além do aluguel da bandeira panamenha para registro de navios.

Os principais cultivos são a banana, a cana-de-açúcar, o arroz, o milho e o café. A pesca é uma das atividades mais importantes do país. O principal produto mineral é o sal. Os produtos industriais abastecem somente o mercado local.

A moeda do Panamá é o Balboa
Agricultura, pecuária e pesca: As grandes empresas agrícolas convivem com as pequenas propriedades e lavouras de subsistência. A maior parte da produção agrícola destina-se à exportação e é obtida em fazendas mecanizadas, mas persistem os núcleos de subsistência, que utilizam técnicas tradicionais. Nas planícies plantam-se arroz, cana-de-açúcar e frutas tropicais; nas terras temperadas são produzidos tomates, batatas e cebolas. O milho é cultivado em quase todas as zonas agrícolas do país. Exportam-se café, açúcar e bananas.

A pecuária tem importância nas províncias de Chiriquí, Veraguas e Los Santos, que contam além dos pastos naturais para o gado bovino, com grandes fazendas de suínos. Nos últimos decênios do século XX, a pesca se desenvolveu em todo o litoral, tanto na costa como no alto-mar. São exportados sobretudo crustáceos.

Indústria e energia: Apesar do considerável desenvolvimento registrado nas últimas décadas, o setor industrial panamenho é relativamente fraco. Destacam-se a produção de plásticos, as indústrias têxteis, as de confecção de artigos de couro e, sobretudo, as alimentícias: carne, cereais, açúcar e laticínios. Os principais centros industriais são a capital do país e zona franca de Colón, criada em 1953, onde reúnem montandoras de produtos procedentes dos Estados Unidos, Japão e Europa ocidental, que são posteriormente exportados para os países das Américas Central e do Sul.

Zona franca de Colón, Panamá
Existe petróleo nas plataformas marinhas. No entanto, o subsolo não é rico em jazidas minerais e somente calcário e sal são obtidos em quantidades signficativas. A maior parte da energia elétrica provém ainda de usinas termelétricas, mas na segunda metade do século XX foram construídas várias usinas hidrelétricas.

Turismo: Turismo na República do Panamá cresceu nos últimos 5 anos, graças, em parte, ao governo oferecer desconto de impostos e preços à visitantes e aposentados extrangeiros. Esses incentivos financeiros levaram o Panamá a ser conhecido como um bom lugar para se aposentar, sendo um dos destinos que mais recebe aposentados americanos e europeus. Investidores imobiliários no Panamá aumentaram a quantidade de destinos de turismo nos últimos 5 anos. A quantidade de turistas no Panamá entre Janeiro e Setembro de 2008 foi de 1.100.000, um aumento significativo de 13.1%(128.452) em relaçao ao mesmo período do ano anterior, quando as chegadas totalizaram 982.640. As chegadas de turistas da Europa ao Panamá cresceram 23.1% durante os 9 primeiros meses de 2008. 

De acordo com a Autoridade de Turismo do Panamá (ATP), entre Janeiro e Setembro, 71.154 turistas do velho continente entraram no país, 13.373 mais do que o mesmo período do ano anterior. A maioria dos europeus que visitaram o Panamá sao espanhois (14.820), italianos (13.216), franceses (10.174), britanicos (8.833) e alemaes (6997).Europa se tornou um dos mercados chave para promover o Panamá como destino de turismo. Em 2007 1.445.500 turistas visitaram o Panamá. Isso gerou 9.5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, sendo o maior setor da economia.
Textos do Wikipédia

terça-feira, 31 de maio de 2011

Alemania descarta que los pepinos españoles analizados sean los causantes del brote de 'E.coli'


Secretaria de agricultura en Andalucía (España), Clara Aguilera, come
pepinos producidos en la región para tratar de demostrar que no hay contaminación

Un alivio parcial para la huerta española. Los científicos alemanes descartan ya que las bacterias encontradas en dos de los pepinos españoles analizados en Hamburgo causaran el brote de infecciones por Escherichia coli enterohemorrágica (EHEC, por sus siglas en inglés) en el norte de Alemania. Así lo ha reconocido hoy la senadora (ministra) de Sanidad de la ciudad-Estado, Cornelia Prüfer-Storcks, a partir de los análisis realizados por el Instituto de Higiene hamburgués. "Alemania reconoce que los pepinos españoles no son la causa", ha señalado el secretario de Estado de Agricultura alemán, Robert Kloos, en unas declaraciones recogidas por Reuters en Hungría, donde se ha celebrado una reunión de ministros de Agricultura de la Unión Europea. En la misma, la ministra española, Rosa Aguilar, ha anunciado que España pedirá a Bruselas compensaciones para el sector hortofrutícola español.

Poco antes de anunciarse los primeros resultados de los análisis, la ministra de Medio Ambiente, Rural y Marino, Rosa Aguilar, ha realizado una contundente defensa de la inocencia de los agricultores españoles en esta crisis. Lo ha hecho desde Debrecen (Hungría), donde ha participado en una reunión informal de ministros de Agricultura de la UE para abordar la crisis. "Entendemos que no hay ningún problema en origen", ha dicho Aguilar. Y a renglón seguido ha pedido a Alemania que "agilice los análisis" para averiguar el origen de la bacteria, que, como ha recordado Aguilar, solo ha afectado a personas que han estado en Hamburgo, incluido el caso del hombre que está ingresado en San Sebastián y la víctima mortal de Suecia, la primera fuera de Alemania.

El temor a que la bacteria pudiera tener su origen en España ha supuesto que, en las últimas 24 horas, se hayan paralizado contratos de exportación para la mayor parte de las hortalizas e incluso de algunas frutas de verano. Además, camiones que ya estaban en destino han sido rechazados.

Brasil importa sólo Pipino (conserva) de España: El Brasil importa sólo pepino encurtido en el deporte de España. La información del Ministerio de desarrollo, industria y comercio exterior (MDIC), entre enero y abril de este año se compraban más de ocho mil libras del producto. El año pasado, Brasil ha importado más de 12 mil libras de pepinillos.
Del "El País"