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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Brasília recebe a partir desta quarta o Salão Internacional de Artesanato

Flores de tecido no artesanato nacional (Foto: Divulgação)

Brasília receberá, a partir desta quarta-feira (2), o 4º Salão Internacional do Artesanato, que vai reunir, durante cinco dias, artesãos brasileiros e internacionais. O encontro, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade (ExpoBrasília), pretende fortalecer o intercâmbio da cultura, do mercado e das relações entre diferentes povos.

Produções artesanais de vários estados brasileiros, e do Distrito Federal, vão dividir o espaço com obras da África, Áustria, Equador, Índia, Indonésia, Peru, Turquia, Síria, Rússia e Senegal.

O encontro também tem o objetivo de esquentar as vendas para lojistas, artesãos, colecionadores e turistas, através de rodadas de negócios e leilões de artes. Este ano, os expositores serão convidados a visitar os estandes para escolher com quem negociar. Nos salões anteriores, os encontros de negócios tinham que ser agendados.

Arte Peruana
Esta quarta edição do evento deverá reunir mais de 600 expositores e um público estimado em 140 mil pessoas. A feira estará aberta das 11h às 22h, com entrada gratuita até as 16h. Depois deste horário, o valor da entrada é de R$ 10 e R$ 5 (meia).

Na parte cultural, o público terá a possibilidade de conhecer a grande diversidade da cultura brasileira e dos paises ibero-americanos. Estão previstas apresentações de grupos folclóricos, músicos, dançarinos, cantores, repentistas, escolas de samba e outras manifestações culturais.

Paralelamente à exposição e comercialização de produtos, serão realizadas, ainda, oficinas e mostra fotográfica. Entre quinta-feira e sábado, o público vai assistir a shows de Guilherme Arantes, Luciana Melo e o grupo brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. Os shows acontecem a partir das 21h.

G1 DF

domingo, 2 de outubro de 2011

Brooklyn Museum devolve espontaneamente objetos a Costa Rica

Peças devolvidas pelo Brooklyn Museum para a Costa RicaA Costa Rica vai exibir pela primeira vez uma coleção de artefatos, alguns aparentemente de mais de 2.300 anos, depois que eles foram devolvidos espontaneamente neste mês pelo Brooklyn Museuml, de Nova York.

Curadores do museu, uma das mais importantes instituições de arte dos Estados Unidos, disseram que precisavam colocar ordem em suas galerias, que estavam com peças em excesso. Devolveram assim a maior parte dos 5.000 objetos conhecidos como "Keith Collection", mas mantendo cerca de 10% do considerado com qualidade para exposição.

De qualquer maneira, os objetos pré-colombianos podem ajudar a preencher vazios na história da nação na América Central, onde dezenas de milhares de artefatos antigos foram perdidos para saqueadores. "Isto é praticamente uma mostra completa da história de nosso país", disse Marlen Calvo, chefe de preservação do patrimônio do Museu Nacional da Costa Rica.

Pedra e peças de cerâmica chegaram na semana passada e serão parte de uma mostra prevista para ser inaugurada no fim de outubro. Os artefatos, alguns produzidos para representar vida animal nativa, foram provavelmente feitos entre 300 a.C. e 1500 d.C. e devem ter sido utilizados em rituais indígenas antes da colonização espanhola.

A Costa Rica nunca pediu as peças, que foram levadas legalmente de sua costa entre o fim do século 19 e o início do século 20 por um barão das estradas de ferro e bananas, chamado Minor C. Keith. Mas o país acabou aceitando a oferta, recebida no ano passado.

DA REUTERS, EM SAN JOSE

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Diego Velázquez, o representante do barroco espanhol

Diego Velázquez
Diego Rodríguez de Silva y Velázquez foi um pintor espanhol e principal artista da corte do Rei Filipe IV de Espanha. Era um artista individualista do período barroco contemporâneo, importante como um retratista. Além de inúmeras interpretações de cenas de significado histórico e cultural, pintou inúmeros retratos da família real espanhola, outras notáveis figuras europeias e plebeus, culminando na produção de sua obra-prima, Las Meninas (1656).

Desde o primeiro quarto do século XIX, a obra de Velázquez foi um modelo para os pintores realistas e impressionistas, em especial Édouard Manet que chegou a afirmar que Velázquez era o "pintor dos pintores". Desde essa época, os artistas mais modernos, incluindo os espanhóis Pablo Picasso e Salvador Dalí, bem como o pintor anglo-irlandês Francis Bacon, que homenageou Velázquez recriando várias de suas obras mais famosas.


Estilo artístico: Enfatizou a elaboração de retratos de integrantes da nobreza e a pintura de cenas históricas. Também retratou elementos da mitologia. Mostrava detalhes em suas obras, privilegiando as expressões faciais, buscando a individualidade de cada personagem retratado. Presença em suas obras do tenebrismo (aplicação de fundo escuro) e do realismo (busca por detalhes para deixar a obra mais real possível) . Estas duas características foram típicas do barroco.


Retrato de Felipe IV - Velásquez

Família Real Espanhola:

Em 1622 faz a sua primeira viagem para Madri. Em 1623 faz a sua segunda viagem com o propósito de retratar Felipe IV. Em 1623, um ano depois da morte de Rodrigo de Villandrano, um dos cinco pintores do rei, Felipe IV é nomea-o pintor oficial da corte por intermédio do ministro real, o conde Olivares, que se torna seu protetor.

O resultado foi um retrato equestre do rei, o qual ficou maravilhado e concedeu na mesma hora a Velázquez o posto de pintor de câmara da corte real. Pena que o paradeiro desta obra seja desconhecido. Seu ingresso na corte foi o primeiro passo para cumprir seus objetivos dentro da pintura e de sua vida social. Tinha um recurso único que era a permissão de poder visitar sempre que quisesse o acervo real de obras-primas. No período de (1628-1629) conheceu o grande mestre do barroco Peter Paul Rubens, que também era membro da corte. Conhecer Rubens motivou Velázquez a pintar cenas mitológicas.

Las Ninas - Velásquez

Principais obras de Velásquez:

- A Família de Felipe IV (As Meninas)
- Vênus ao Espelho (1647)
- Retrato do Papa Inocêncio X
- Retrato de Felipe IV
- Infanta Margarida da Áustria
- Cristo na casa de Marta e Maria (1618 - 1619)
- A forja de Vulcano (1630)
- O Príncipe Baltasar Carlos caçador
- O trinfo de Baco
- A rendição de Breda (1634)
- As Fiandeiras ( A fábula de Aracné)
- Sebastián Morra