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terça-feira, 27 de setembro de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Shakira e Barcelona criarão centro para crianças pobres


A cantora colombiana Shakira e o namorado, o jogador Gérard Piqué, apresentaram em Miami com outros atletas um acordo de colaboração entre as Fundações FC Barcelona e Pies Descalzos para a criação de um centro para crianças pobres nesta cidade.

Além de Shakira e Piqué, os jogadores do Barcelona Puyol e Sergio Busquets também apoiaram publicamente a iniciativa de ambas as fundações. O centro deve beneficiar mais de 28 mil crianças e jovens hispânicos que vivem em Miami.
DA EFE

quinta-feira, 14 de julho de 2011

FOTOS: Estudantes chilenos fazem protesto 'silencioso' contra governo

No protesto "silencioso", os estudantes levaram cartazes com as inscrições "Como vamos dialogar se o governo nos cala?".
Estudantes de "luto" fizeram um novo protesto contra o governo de Sebastián Piñera em Valparaíso (a 120 km de Santiago). Eles pedem mudanças no sistema educacional do país.
Esse não é o primeiro protesto. Os estudantes já simularam uma praia nas ruas de Santiago, se vestiram de zumbis e fizeram até um "beijaço" em praça pública.
"Como vamos dialogar se o governo nos cala?", questionam os estudantes no protesto.
Fotos de Eliseo Fernandez/Reuters
Do Uol Educação

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Gustavo Dudamel: "A música pode salvar o mundo"

Gustavo Dudamel em um ensaio da Orquestra Jovem Simon Bolívar

Músico erudito com pinta de astro pop parece uma contradição nos termos. Mas o jovem maestro venezuelano Gustavo Dudamel, de 30 anos, faz sucesso justamente por evocar astros do romantismo europeu. No pódio, exibe a cabeleira esvoaçante de Franz Liszt, os gestos extravagantes de Hector Berlioz e o talento para a liderança de Arturo Toscanini. Tais qualidades fizeram dele o maestro mais festejado da atualidade. Seus concertos tornaram-se eventos comparáveis a shows de música pop – sem prejuízo da qualidade, pois Dudamel é perfeccionista. 

Nesta entrevista, concedida por telefone, ele conta como começou, ainda menino, na orquestra que hoje dirige e se tornou símbolo de educação musical. O chamado Sistema, criado há 30 anos pelo mentor de Dudamel, o maestro José Antonio Abreu, desenvolveu um método de inclusão social de crianças carentes, que Dudamel divulga pelo mundo. De Caracas, no início de sua primeira turnê pela América do Sul, à frente da Orquestra Sinfônica da Juventude Venezuelana Simón Bolívar.
   Divulgação

QUEM É? Nasceu em Barquisimeto, Venezuela, em 26 de janeiro de 1981, filho de músicos. É casado com Eloisa Maturén e tem um filho, Martín, de 2 meses

O QUE FEZ? Aos 7 anos, foi violinista da Orquestra Simón Bolívar. Aos 18, diretor da orquestra. Dirige as orquestras Simón Bolívar, Sinfônica de Gotemburgo, da Suécia, e Filarmônica de Los Angeles

O QUE APRESENTA? Na turnê, toca obras de Mahler, Ravel e Carlos Chávez. Em São Paulo (20 e 21) e no Rio de Janeiro (22 e 23)

Quando o senhor esteve no Brasil, em 2001, não passava de um menino. Como é voltar ao país como astro internacional?

Gustavo Dudamel – Sou parte do Sistema, um projeto que mudou a vida de muitas crianças – e mudou a minha junto. Faço parte de um grupo que surgiu, cresceu e se desenvolveu com o trabalho consistente do maestro Abreu. Comecei tocando violino na orquestra. Estudei, me esforcei e me tornei diretor artístico dela. Hoje quero ver o Sistema funcionando por toda parte. A emoção de apresentar nossa arte em um país irmão é intensa. Quando nos apresentamos em Brasília, dez anos atrás, ainda integrávamos uma orquestra infantil. Agora somos artistas consagrados. Estamos mostrando obras de compositores latino-americanos, como (o mexicano) Carlos Chávez e Villa-Lobos, mas também peças sinfônicas desafiadoras da tradição europeia. É o caso da Sinfonia no 7, de Gustav Mahler. É uma proeza, mas não me considero nela um astro solitário.

O senhor acha possível implementar um projeto de educação musical como o Sistema em outros países?

Dudamel – Sei que há vários projetos sociais que envolvem educação artística na América do Sul, no Brasil, por exemplo. Não encaro a inclusão social como uma necessidade apenas dos países pobres. As necessidades das crianças são as mesmas em toda parte. O anseio pela beleza acontece em Caracas, em Los Angeles e em Gotemburgo. Vivo nesses três mundos simultaneamente, e todos estão interligados. Tenho levado adiante experiências incríveis em todos esses lugares. E em muitos outros. A prática musical, e não apenas a audição, é um exercício de disciplina e liberdade. É algo essencial para a vida. Se o Sistema fosse implantado no Brasil, tenho certeza de que seria um sucesso, pois, afinal, é um país musical.

Qual é sua opinião sobre a obra do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos?

Dudamel – Para mim, Villa-Lobos é um dos grandes mestres, ao lado de Mahler e Stravinsky. Por isso, sempre tocamos as obras dele.

Qual é a função da música no mundo atual?

Dudamel – A música tem a missão de salvar o mundo. Estamos experimentando a degradação da sensibilidade – e só a música pode restituir a dignidade às pessoas. Todos têm direito à beleza. E não exatamente beleza material. Pode parecer romantismo, mas restabelecê-la é uma tarefa real.

"O maestro todo-poderoso é um modelo ultrapassado.
Só causa constrangimento e revolta"

O senhor contraria a imagem consagrada do maestro ditador. Qual é seu modelo de batuta?

Dudamel – O maestro todo-poderoso é um modelo ultrapassado. Já mostrou que só causa constrangimento e revolta. Houve grandes ditadores da batuta no passado, mas um de meus modelos é o regente italiano Arturo Toscanini. Dizem que ele era insuportavelmente rigoroso durante os ensaios. Toscanini era obcecado pela perfeição e pela fidelidade à partitura. Mas também tinha um coração de ouro, prestigiava seus músicos, fazia-os crescer profissionalmente e até os ajudava nos momentos difíceis. Sou um pouco diferente. Em todos os lugares onde atuo, procuro ser um músico como qualquer outro. O maestro atual deve incentivar, deve fazer parte da orquestra. Claro que sem abdicar da liderança. A capacidade de liderar, ensaiar e estimular os músicos é fundamental.

O que o senhor persegue como artista?

Dudamel – Acho que todo músico, e aí incluo a figura do maestro, deve buscar oferecer sua concepção sobre determinada obra. Uma visão que renove e torne a obra surpreendente aos ouvidos do grande público. E que se distinga da abordagem de outros regentes. Perseguir a originalidade é manter a tradição pulsante. Se o maestro não fizer isso, estará apenas repetindo regras, e não fazendo arte.

Como o senhor faz para dividir sua vida entre Los Angeles, Caracas e Gotemburgo?

Dudamel – O entusiasmo e a confiança que gozo das orquestras com que trabalho me tornaram incansável! Além disso, é fascinante observar as diferenças entre as três culturas. Os modos de executar, de ouvir música e até de se comportar em público são muito diferentes. O divertido é levar e trazer informações e lições.

Quais são os desafios do maestro neste início de século XXI?

Dudamel – A música clássica sempre teve seu ritual, sua hierarquia, seu modo de produção, que é idêntico em toda parte. Mas até esses rituais têm mudado. Nesse processo, é preciso quebrar a rotina, levar as pessoas às salas de concerto e os jovens a praticar música. Não importa se a maior parte deles não vai seguir carreira musical. O contato com a arte fará deles cidadãos melhores.

Entrevista feita pela revista Época

terça-feira, 31 de maio de 2011

Professora mexicana é homenageada por acalmar crianças durante tiroteio

Martha Rivera Alanis recebeu homenagem do governador do Estado, Rodrigo Medina (Foto: Reuters)
Martha Rivera Alanis recebeu homenagem do governador do Estado, Rodrigo Medina (Foto: Reuters)

A professora mexicana Martha Rivera Alanis foi condecorada nesta segunda-feira por ter conseguido acalmar as crianças de uma pré-escola em Monterrey durante um tiroteio ocorrido em local próximo. Martha gravou a cena em seu celular na última sexta-feira e o vídeo ganhou repercussão no YouTube. Na gravação, Martha é vista pedindo às crianças - de em média quatro anos de idade - que se mantenham abaixadas e com a cara no chão enquanto, ao fundo, se ouvem tiros.

Para acalmar os alunos, ela pede que eles cantem canções. Para o governo de Nuevo Leon, onde fica Monterrey, no norte do país, a ação de Martha é 'um exemplo para todos'. Ela recebeu uma homenagem do governador do Estado, Rodrigo Medina. Em seguida, disse ter sentido medo durante o episódio, 'mas me ajudou estar com meus alunos'. Ela também declarou, via Twitter, que o vídeo foi postado na internet por 'terceiras pessoas' e que não pretendia ganhar notoriedade.

Cinco pessoas morreram no tiroteio, em um ponto de táxi próximo à pré-escola, em mais um capítulo da guerra do narcotráfico no México. De acordo com o jornal mexicano El Universal, citando estatísticas do governo federal, mais de 34,6 mil pessoas foram mortas entre dezembro de 2006 e dezembro de 2010 em episódios relacionados ao crime organizado no México.

Veja o vídeo da gravação:



En español...

Una maestra de guardería demostró gran valentía al conseguir que un grupo de niños se mantuviera bocabajo cantando durante un tiroteo en México. La docente grabó un video que demostró su aplomo y lo subió a Internet, convirtiéndose rápidamente en un éxito.

Las autoridades mexicanas homenajearon a Martha Ivette Rivera Alanis por proteger a niños de cinco y seis años, de la guardería Alfonso Reyes en Monterrey, capital del estado de Nuevo León. La balacera ocurrió en una parada de taxis pirata ubicada cerca de la guardería. La Policía dijo que un grupo armado asesinó a cinco personas que se encontraban en el lugar.

El gobernador de Nuevo León, Rodrigo Medina, reconoció a la maestra "por su valor, devoción y el coraje para enfrentar la situación de riesgo" y le entregó un reconocimiento, informó el gobierno en un comunicado.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Estudantes chilenos ficam pelados em protesto por melhorias na educação

Estudantes chilenos realizaram um protesto inusitado nesta quinta-feira (26), na capital Santiago, para exigir mudanças no sistema de ensino público. Cinco jovens desfilaram pelas ruas com cartazes que diziam: "A Universidade nos deixa nus". Veja as fotos do protesto a seguir.

Estudantes levaram faixa que dizia 'A Universidade nos deixa nus'. (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)
Jovens exigem mudanças no sistema de ensino público.
Eles levavam cartazes que diziam que 'A Universidade nos deixa nus'. (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)

Estudantes exigem mudanças no sistema de ensino público. (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)
Estudantes exigem mudanças no sistema de ensino público. (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)

Do G1

sábado, 21 de maio de 2011

Por recorde, peruanos tocam juntos instrumento de percussão

De olho em recorde, centenas peruanos tocaram 'cajón' em festival em Lima. (Foto: Ernesto Benavides/AFP)
De olho em recorde, centenas peruanos tocaram 'cajón' em festival em Lima. (Foto: Ernesto Benavides/AFP)

Atual recorde de 1.050 músicos foi estabelecido em 2009. (Foto: Ernesto Benavides/AFP)
Atual recorde de 1.050 músicos foi estabelecido em 2009. (Foto: Ernesto Benavides/AFP)

Dezenas de adolescentes peruanos participaram da tentativa de quebrar o recorde mundial para o maior concerto com pessoas tocando "cajón", um instrumento de percussão típico peruano. Segundo o Guinness, o atual recorde de 1.050 músicos foi estabelecido em 2009. Não foi divulgado se a marca foi quebrada durante o festival na capital Lima, em 7 de maio.

Do G1

Proibidos por lei, protestos à véspera da eleição na Espanha continuam

Mulher cobre a boca com fita adesiva durante protesto contra o governo realizado em Madri, na Espanha

Mulher cobre a boca com fita adesiva durante protesto contra o governo realizado em Madri, na Espanha. Foto: Folha da São Paulo
À meia noite deste sábado (21) no horário local na Espanha (19h de sexta em Brasília), dezenas de milhares de espanhóis irritados com o desemprego entraram no sétimo dia seguido de protestos contra o governo. Os movimentos seguem apesar de a Suprema Corte manter o banimento a manifestações na véspera das eleições regionais, marcadas para o domingo (22) no país. A polícia não deve aplicar a decisão e provocar conflitos, atitude que poderia prejudicar os socialistas na votação. "Para resolver um problema, a polícia não pode criar outro", disse o ministro do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba.

O primeiro-ministro Jose Luís Rodríguez Zapatero, que falhou em diminuir a maior taxa de desemprego da União Europeia que chegou aos 21,3%, disse que respeita os manifestantes. Chamados de "los indignados", os manifestantes encheram as ruas e praças em cidades espanholas em uma onda de protestos contra as medidas de austeridade do governo, marcando uma mudança depois de anos de paciência com um longo declínio econômico.

Testemunhas disseram que ao menos 20 mil pessoas estavam na praça Puerta del Sol, no coração de Madri, nesta sexta, e mais estavam chegando, desafiando a lei que proíbe eventos políticos às vésperas de eleições - que começou a contar a partir de 0h de sábado (21) no horário local (19h desta sexta em Brasília).

Manifestantes vão ficar

Milhares de pessoas ocupam a praça Puerta del Sol em Madri na noite desta sexta (20) (Foto: AP)
"Nós não vamos sair daqui", disse um homem de 44 anos desempregado que não quis se identificar. Ele estava entre as centenas que acamparam durante toda a semana na Puerta del Sol. "O nosso próximo movimento é levar isso para o resto da Europa."

Manifestantes pediram para que neste domingo (22) as pessoas não votem nos dois principais partidos, os socialistas e o partido popular, de centro-direita. Os espanhóis vão eleger 8.116 prefeituras e 13 de 17 governos regionais no domingo. A Espanha tem sofrido para emergir da recessão. O colapso do setor de construção civil e o declínio nos gastos do consumidor atingiram os jovens de maneira particularmente dura -- 45% das pessoas entre 18 a 25 anos estão desempregadas.
Do portal de notícias G1. Foto AP

domingo, 24 de abril de 2011

Conheça "Kudai", a banda de pop chileno que conquistou a América Latina

Banda Kudai
Kudai é a primeira banda de pop chileno. Os jovens iniciaram sua trajetória 2000 no grupo CIAO ("El poder de los ninõs", em português, o poder das crianças), ao passar dos anos, os integrantes da banda cresceram e reformularam a banda, e então passou a se chamar Kudai, que é uma derivação de "jovem trabalhador" em Mapuche uma região do centro-sul do Chile.

A temática das músicas passaram a girar em torno de momentos dos integrantes da banda, uma temática mais adolescente. Pablo, Bárbara, Tomás e Nicole formaram o grupo, o primeiro grupo pop chileno que incluem homens e mulheres em sua formação. Em 2006, durante uma turnê na América Latina, Nicole decide sair do grupo, e assim, Gabriela entra em seu lugar, permanecendo assim, os dois vocais femininos que o público estava acostumado.

Em 2007 o grupo vai para o México, onde resolve fazer uma turnê em todos os estados da república mexicana, consolidando o sucesso atraído na América do Sul em terras astecas, deixando assim um sucesso sólido para produzir o terceiro álbum com o objetivo de conquistar o mercado latino dos Estados Unidos e Espanha. No entanto o ciclo de sucesso se encerra em meados de 2010, sem nenhuma explicação o grupo é finalizado.

Os jovens de Santiago carregam na bagagem inúmeras indicações musicais como "Melhor Grupo Pop" e "Melhor Banda" da MTV em países latinos, como México, Argentina, Equador, Colômbia, e Chile.

Discografia: Vuelo (2003), Gira - En Vivo (2005), Sobrevive (2006), Desde México - En Vivo (2007), Nadha (2008).

A banda Kudai teve várias músicas de sucesso, uma delas foi "Dejame Gritar", conheça um pouco do trabalho dos jovens chilenos: