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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Conheça o "merengue", dança típica dos latino americanos


O merengue é a dança nacional dominicana, mas também conhecida em Porto Rico, Haiti, Venezuela e Colômbia, na qual um dos pés marca o tempo e o outro é arrastado no chão. As suas origem são crioulas, tendo sido levada pelos escravos da África Austral (Angola), para os novos territórios das Américas, a sua primeira referência escrita data do século XIX. O estilo mais popular do merengue é habitualmente interpretado por um amplo conjunto de instrumentos que inclui vários saxofones, acordeões, trompetas e teclados, com vocalistas divertidos. Ao nível coreográfico, o merengue apresenta passos fáceis e rápidos, dançados por casais entrelaçados.

Aparentemente essa última versão é a mais próxima da verdade. Entre 1838 e 1849, a dança chamada "Upa Habanera" (Upa de Havana) fez seu caminho no Caribe sendo bem-vinda em Porto Rico. Um dos passos desta dança era chamado de merengue e isso denominou a dança quando aportou em solos dominicanos. Permaneceu desconhecida para muitos até que o coronel Alfonseca escreveu letras para a nova música. Em 1844, o merengue ainda não era popular, mas em 1850 estava em voga, tirando o lugar antes ocupado pela tumba. Nesta época, os jornais de Santo Domingo iniciaram uma campanha contra o merengue em favor da tumba. A alta sociedade não o aceitava pois as letras eram vulgares, descendiam de negros africanos e não tinham caráter religioso. Mas aos poucos, o merengue foi ganhando espaço.

No começo do século 20, alguns músicos tentavam introduzir o merengue nos salões de bailes, porém ainda encontravam resistência da alta sociedade que não aceitava as letras das músicas. Em 1930, Rafael Trujilo usou as músicas em sua campanha presidencial através das rádios. Uma família aristocrática pediu para Luiz Alberti para escrever uma letra decente e fez "Compadre Pedro Juan" que não foi só aceita pela sociedade como tornou-se um sucesso. A partir daí, o ritmo tornou-se muito popular e passou a ser dançado em muitos lugares do Caribe e América do Sul.

Atualmente, o merengue, assim como a sua prima salsa, sofreu influências norte americanas, como a de grandes bandas. Os instrumentos mudaram, mas o ritmo continua inconfundível. A dança é muito alegre e contagiante, com passos fáceis que permitem a cada dançarino se expressar através de seu gingado.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Falar Portuñol com clientes e turistas não é suficiente


O Brasil vai receber dois grandes eventos nos próximos anos, a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos 2016. O país todo está se preparando estruturalmente para receber pessoas do mundo inteiro e uma das maiores preocupações será a comunicação em diferentes idiomas.

Apesar de ser muito conhecido pela sua hospitalidade, o Brasil também deve desenvolver suas habilidades de línguas, principalmente para receber eventos de tamanha proporção. Além de toda a infra-estrutura necessária para os atletas e turistas, as pessoas envolvidas direta ou indiretamente também precisarão estar prontas para o desafio de relacionar-se adequadamente com este público altamente exigente.

Serão pessoas do mundo inteiro aqui no Brasil, consumindo e visitando, e quem pensa que falar portuñol com esses clientes e turistas será aceitável e produtivo, está enganado. Ter pessoal capacitado para falar e compreender o Espanhol, é muito apreciado pelos clientes e pode refletir positivamente nas vendas e na imagem do País.

Nos próximos 4 anos, a procura de cursos rápidos de idiomas vai crescer e uma dica é escolher línguas que são bastante difundidas e utilizadas, como o inglês e o espanhol. Você sabia que o espanhol é a 4ª língua mais falada no mundo? O idioma perde apenas para o Inglês, o Mandarim e o Hindu.

Por isso, mãos à obra! É importante começar a estudar o idioma o quanto antes, participar de cursos especializados em vendas e negociação, e já se manter atualizado das oportunidades que as empresas, redes hoteleiras, restaurantes, lojas e etc. oferecem. Certamente haverá oportunidades para todos que começarem desde já a aprender idiomas.

Conhecer outras línguas é um bem adquirido para a vida toda. No caso do idioma Espanhol, ainda existe uma outra vantagem para o Brasileiro: O crescimento do mercado Latino-Americano e a liderança cada vez maior do Brasil no continente, o que exige cada vez mais dos profissionais a aptidão de atender, negociar e vender em bom Espanhol.

Durante uma negociação, por exemplo, dominar o idioma transmite credibilidade e segurança à pessoa com quem se está negociando. Além disso, existem peculiaridades de cada nação, no momento da negociação; Uruguaios e Argentinos, por exemplo, apreciam a necessária proximidade profissional, no decorrer do processo de negociação. Os Uruguaios, durante as reuniões, preferem cores sóbrias para a apresentação do vestuário profissional. O Argentino é um negociante firme, de presença, perfil internacional e aberto para o mundo, porém muito apegado a suas tradições e cultura.

Já os Venezuelanos, costumam agir de maneira bastante informal. Uma dica é não se ofender com a quantidade de palavrões durante uma reunião, já que faz parte da cultura local. Já os Colombianos e os Mexicanos, no extremo oposto, mantêm um ambiente bastante formal e apreciam as cerimonialidades. No Chile, uma particularidade é a necessidade que o Chileno tem de conhecer a casa de seu parceiro de negócio, para desenvolver maior confiança e fechar um negócio. Os Espanhóis, podem ser duros na negociação, sendo necessário ter paciência e estar bem preparado e disposto a neutralizar inflexibilidades. Como via de regra, na América Latina, é bom saber que uma reunião que começa com “Usted”, sempre deve finalizar com “Tu”, para sair negócio.

Curiosidades como estas, podem fazer a diferença para quem está aprendendo uma nova língua, pois aproxima o idioma da vida real, faz compreender melhor por que as palavras são faladas de determinadas maneiras, sotaques e gírias, facilitam o aprendizado e tornam o aluno cada vez mais interessado.

Por Ana Zalcberg
Do Dicas de Espanhol

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Brasil lidera primeiro ranking de universidades latino-americanas


Brasil, com a Universidade de São Paulo (USP) no topo, lidera com folga, à frente de México, Argentina e Chile, o primeiro ranking QS de Universidades latino-americanas, publicado esta terça-feira no site TopUniversities.com. Impulsionado pelo aumento do investimento público em educação, o Brasil emplacou 65 universidades entre as 200 primeiras da lista, quase o dobro do México (35) e muito mais do que Argentina e Chile (25 cada).

Segundo os autores do estudo, as universidades brasileiras adquiriram oito dos dez primeiros lugares em produtividade de pesquisa e tiveram a maior proporção de acadêmicos com doutorado. Eles destacaram, ainda, que o número de matrículas universitárias triplicou nos últimos 10 anos no Brasil. "A economia brasileira já é a sétima do mundo e a Goldman Sachs previu que superará as de Canadá, Itália, França, Reino Unido e Alemanha nos próximos 20 anos", disse Ben Sowter, chefe de pesquisas do ranking QS.

"Enquanto muitos governos de países desenvolvidos cortam os gastos em universidades, os Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) estão investindo grandes quantias de dinheiro na construção de universidades de nível internacional", avaliou o diretor da página TopUniversities.com, Danny Birne, para quem o denominador comum é que todos consideram a educação um "elemento chave" para seu desenvolvimento. "Uma educação superior de nível mundial será central para seu desenvolvimento e o novo ranking QS mostra que os investimentos do Brasil já estão começando a colher frutos", acrescentou, em um comunicado.

A classificação é liderada pela Universidade de São Paulo, seguida da Pontifícia Universidade Católica do Chile, em segundo lugar, e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em terceiro. Com relação a outros países, a primeira instituição de ensino mexicana, a Universidade Nacional Autônoma do México (Unam), apareceeu em quinto lugar; em sexto está a primeira de 21 instituições colombianas, a Universidade dos Andes; e a primera da Argentina, a Universidade de Buenos Aires, em oitavo.

Nesta primeira edição do ranking regional, o QS se baseou em critérios específicos da América Latina, como a proporção de professores com doutorado, a produtividade de pesquisas per capita e a presença na internet, assim como pesquisas existentes. Os pesquisadores, no entanto, se questionam se o Brasil poderá chegar a ser a próxima superpotência universitária. No mais recente ranking QS das melhores universidades do mundo 2011, liderado pela primeira vez pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, a USP só alcançou o 169º lugar, sendo a única instituição de ensino latino-americana entre as 200 melhores do mundo.

Correio Braziliense

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ônibus urbano na América Latina

Uma das coisas mais difíceis em Santiago do Chile é pegar o ônibus urbano (tomar un autobus), eles dificilmente param no ponto. Quando estive lá, vi muitas pessoas subindo no ônibus ainda em movimento. Já andei muito de ônibus pela América, de um país para outro, ou até mesmo de uma região para outra. Os ônibus em espanhol recebem vários nomes como: bus, autobús (plural autobuses), colectivo, ómnibus e autocar.

Alguns países dão nome singular aos ônibus. Em Cuba, Porto Rico e nas Ilhas Canárias, onde chamam-no de “Guagua”. Vale fazer uma breve nota sobre esta palavra “Guagua”, no Chile ela significa bebê. Já na Venezuela, Costa Rica, Colombia e Equador, se chama de “buseta” e para o mais conhecido e simpático micro ônibus: busetilla (as vezes chamam também de “buseta”).

Na Colômbia, os ônibus interurbanos, aqueles que percorrem grandes distâncias (largos recorridos) e geralmente usam estradas (carretera) eles o chamam de “Chiva”. Há também os “bus articulado”, como os que tem em Curitiba e outras cidades do Brasil. Foi o sistema integrado de transporte de Curitiba que inspirou uma das cidades que renasceu para o turismo: Bogotá. Muitas cidades já copiaram esse modelo pelo mundo afora.

O mais importante quando alguém tiver fazendo sujeira no ônibus você fala: 
“No haga eso, por favor”.


Um dos piores ônibus que já peguei foi no Paraguai, tanto o urbano quanto o intermunicipal. Os alguns urbanos têm piso de madeira, cortinas nas janelas e alguns bordados de lã na janela da frente do ônibus, na maioria das vezes (quase sempre) estão sujos (sucio) e coberto de poeira; as janelas laterais que abrem estão soltas, fazendo um barulho ensurdecedor. Em algumas cidades as ruas tem tanto buraco que parece que estamos andando de barco.

Quando fui a Trindad, 249 km de Foz do Iguaçu, passei por quase tudo no ônibus, pessoas vomitando no chão, ou mijando na poltrona, ou comendo no ônibus (comendo peixe empanado, o preferido, principalmente para colocar no pão) e depois limpando a mão na cortina (enfim descobri o uso delas).

Uma coisa devo destacar, ônibus da América Latina são “graciosos e hermosos”. É como os defino para muitos dos ônibus coloridos e de design peculiar, como os da Colômbia, Paraguai, Venezuela, para o delírio de todos os amantes e apaixonados por ônibus.

Palavras relacionadas:
  • Butaca: poltrona
  • Peaje: pedágio
  • Autopista: estrada
  • Calle ancha: rua larga, como Avenida Paulista
  • Tarjeta: cartão de transporte

Por Jairo Moreira
Do Dicas de Espanhol

sábado, 23 de julho de 2011

'Lulismo' triunfou sobre 'chavismo', diz revista


A revista britânica "The Economist" traz em sua edição deste fim de semana uma reportagem afirmando que o "lulismo" triunfou sobre o "chavismo" na América Latina.

Um exemplo disso, segundo a revista, seria a eleição do presidente do Peru, Ollanta Humala, que era seguidor do venezuelano Hugo Chávez e hoje se diz convertido ao modelo de governar do ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

Para a revista, a combinação de economia estável, investimentos privados e programas sociais é "a fórmula da moda" na América Latina. O texto, no entanto, destaca que os gastos públicos nos últimos anos do governo Lula geraram um aquecimento econômico além da conta.
Da Folha de São Paulo

terça-feira, 12 de julho de 2011

Mostra latino-americana exibe mais de cem filmes até domingo

 

Durante seis dias, a produção latino-americana vai ferver em seis salas de cinema da cidade de São Paulo. Em sua sexta edição, o Festival de Cinema Latino-Americano, que começa nesta terça-feira (12), vai homenagear o colombiano Gabriel García Márquez, Nobel de Literatura, e o diretor e roteirista baiano Orlando Senna.

Além de apresentar trabalhos e tributos dos homenageados, como "Diamante Bruto", de Senna, a mostra terá uma retrospectiva do novo cinema argentino, com longas como "Mundo Grua", de Pablo Trapero, com a exibição de títulos ainda inéditos no Brasil, como "Solidão e Fé", de Tatiana Lohmann, e com uma sessão para a diversidade sexual.
Do Guia Folha, Folha de São Paulo

domingo, 10 de julho de 2011

Repudio y dolor en América Latina por asesinato de Facundo Cabral


El asesinato a balazos en Guatemala del cantautor argentino Facundo Cabral desató una ola de rechazo en Latinoamérica, donde gobiernos y artistas recordaron al trovador pacifista de 76 años, célebre por temas como "No soy de aquí ni soy de allá".

"Guatemala repudia este cobarde hecho que enluta a toda Latinoamérica, en particular al noble pueblo argentino", señaló el gobierno de Alvaro Colom en una carta enviada a su par argentino.

El músico fue atacado a balazos por desconocidos cuando se dirigía en la madrugada del sábado del hotel en que se alojaba en Ciudad de Guatemala hacia el aeropuerto internacional La Aurora, desde donde tenía previsto viajar a Nicaragua. Recibió 16 balazos y murió en el acto, según la policía.


"Vamos a encontrar a estos criminales para hacer justicia", prometió a su vez el mandatario Alvaro Colom en declaraciones a la argentina Radio 10 desde su país.

El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, expresó su consternación por el asesinato. "¡Ay que dolor! ¡Mataron al gran trovador de Las Pampas! ¡Viva Facundo Cabral! Lloremos con Argentina y con toda Nuestra Patria Grande!", escribió el mandatario en su cuenta en la red social Twitter.

Las autoridades guatemaltecas están tras la pista de los responsables de un asesinato que aumenta la de por sí abultada lista de muertes violentas en ese país, mientras el gobierno estadounidense ofreció su colaboración en las investigaciones.

Ver un vídeo con los pensamientos de Facundo Cabral:


Del "El País"

sábado, 2 de julho de 2011

Projeto "Soy loco por ti America" ocupa o palco do CCBB


O projeto realizará quatro diferentes shows promovendo encontros inéditos entre artistas brasileiros e de outros países da América do Sul. A cada apresentação um artista ou grupo estrangeiro divide o show com um artista nacional. Com direção artística e apresentação do cantor e compositor Paulinho Moska.

A interação entre a cultura musical brasileira e a de outros países latino-americanos é, em síntese, a proposta do Soy loco por ti America, projeto que vai ocupar durante este mês o palco do teatro 1 do Centro Cultural Banco do Brasil. A abertura será hoje, às 21h, com o show que colocará lado a lado a banda de rock colombiana Aterciopelados — formada pela vocalista Andrea Echeverri e pelo baixista Hector Buitrrago — e a cantora Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu, com a participação de Paulinho Moska, diretor artístico da série.

Moska, que atuará, também, como mestre de cerimônia, explica que os artistas brasileiros serão convidados dos hermanos e com eles dividirão a interpretação de canções, “estabelecendo diálogo entre o contemporâneo e o regional, com sotaque de modernidade”. A produtora do evento, Amanda Menezes, prevê boa acolhida do brasiliense ao projeto: “Ultimamente, o público brasileiro tem recebido bem a oferta de bons espetáculos latino-americanos”, acredita.

Fernanda Takai vê com entusiasmo o intercâmbio musical e aponta a Aterciopelados como sua banda preferida entre as latino-americanas. “Há uma grande afinidade entre nós. Junto a eles, vou cantar Tudo vai ficar bem, Fruto real e El álbum, entre outros”, afirma. (FONTE: Correio WEB)

PROGRAMAÇÃO:

1 a 3 de julho - Aterciopelados x Fernanda Takai
8 a 10 de julho - Fernando Cabrera e Pedro Luís
15 a 17 de julho - Lisandro Aristimuño e Marcelo Jeneci
22 a 24 de julho - Francisca Valenzuela e Ana Cañas

Informações
Data: 1º a 24 de julho
Classificação: 12 anos
Horário: às 21h
Local: Teatro I | SCES, Trecho 2, lote 22
Bilheteria: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefones: (61) 3108-7038
Ingressos: R$15,00 a inteira e R$7,50 a meia entrada

terça-feira, 28 de junho de 2011

Seminário na UnB reunirá especialistas brasileiros e cubanos para discutir os 52 anos da revolução cubana

Seminário mostrará Cuba vista por outros ângulos.
Apresentar Cuba sob um olhar diferente do que é propagado pela mídia é o objetivo do seminário a Revolução Cubana 52 anos depois: Transformações e Desafios. Os convidados para o debate vão mostrar o lado da ilha desconhecido pelo grande público. “A solidariedade cubana, por exemplo, não é conhecida da maioria das pessoas”, destaca o professor Juarez Rodrigues, do Núcleo de Estudos Cubanos da UnB (NESCUBA). “O país está atuando ativamente na reconstrução do Haiti depois do terremoto”.

O professor destaca que Cuba está presente no país assolado pelo terremoto através de uma brigada de médica que participa do atendimento às vítimas e na formação de profissionais de saúde Haitianos. “Cuba está presente também em outros países da América Latina e mesmo da África”, destaca Juarez.

Núcleo de Estudos Cubanos da UnB está ligada a organização do evento.
O professor da Faculdade de Comunicação da UnB Hélio Doyle critica o viés tendencioso que a grande mídia trata o país caribenho. “Os jornais disseminam uma visão de Cuba que soma o desconhecimento ao preconceito”, critica. O professor vai apresentar no seminário dados que contradizem o que se vê nos meios de comunicação. “Vou apresentar dados relacionados ao último congressso do Partido Comunista Cubano, que aconteceu em abril”. O congresso aprovou mudanças econômicas no país como uma maior abertura para investimentos e a criação de cooperativas agrícolas. “São alterações que procuram se adaptar às novas realidades do mundo, sem perder de vista o sistema socialista”, destaca.

Segundo o professor Juarez, outro tema importante que será discutido durante o evento é a prisão de cinco cubanos nos Estados Unidos há 11 anos, acusados de espionagem. “O presidente Barack Obama fala em abertura política em relação a Cuba, mas mantém prisioneiros políticos no próprio país”, critica. “Nossa campanha é pela libertação deles”.

O seminário da UnB destaca ainda a relação do presidente americano, Obama, com a Cuba.
O seminário começa nesta terça, a partir das 10h, no auditório do Memorial Darcy Ribeiro. O reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Júnior, participará da abertura do evento. Os debates contarão com a presença de convidados cubanos: a deputada Magaly Llort, Zuleika Romay, presidente do Instituto do Livro, a jornalista Rosa Miriam Elizalde – Jornalista e o representante do Ministério das Relações Exteriores, Alberto González Casals. Falarão os professores da UnB Hélio Doyle, José Flavio Sombra Saraiva e os jornalistas brasileiros Ivan Godoy, da Radio Senado e Carlos Alberto Almeida, da TV Cidade Livre.

Veja abaixo programação:

10h – Reitor José Geraldo de Sousa e embaixador de Cuba Carlos Zamora Rodríguez.

10h20 - Palestrantes Cubanos:
Magaly Llort - Deputada
Zuleika Romay – Presidente do Instituto do Livro
Rosa Miriam Elizalde – Jornalista
Alberto González Casals – Ministério das Relações Exteriores

11h20 INTERVALO

11h30 - Palestrantes Brasileiros:
José Flávio Saraiva - Professor Titular do Instituto de Relações Internacionais da UnB
Helio Doyle - Jornalista e Professor do Departamento de Comunicação da UnB
Ivan Godoy – Jornalista da Radio Senado
Carlos Alberto Almeida – Jornalista e Presidente da TV Cidade Livre
12h30 - Encerramento

Por Francisco Brasileiro - Da Secretaria de Comunicação da UnB

quarta-feira, 22 de junho de 2011

España, Brasil y Bolivia garantizan el derecho a pensión de los emigrantes

Seguridad Social iberoamericana
Inmigrantes hacen fila ante las oficinas del Registro Civil de Madrid- ÁLVARO GARCÍA
Los emigrantes entre España, Brasil y Bolivia se pueden beneficiar ya del acuerdo en materia de Seguridad Social que está en vigor para estos tres países desde el pasado 1 de mayo. Otros cinco países de la comunidad iberoamericana son también firmantes del acuerdo y lo pondrán en marcha en los próximos meses. El Convenio Multilateral Iberoamericano de Seguridad Social aspira a garantizar la cobertura mínima de la pensión de jubilación en un espacio de 611 millones de habitantes. Se trata de "un hito", de "un imposible" o de "un milagro", según los rendidos elogios que los principales artífices del convenio le dedicaron en su presentación en Madrid.

La Paz - Bolívia
Actualmente, en el espacio iberoamericano (Latinoamérica, España y Portugal) hay seis millones de migrantes. Solo en España hay un total de 648.962 ciudadanos iberoamericanos afiliados a la Seguridad Social. Entre Latinoamérica y Portugal hay 629.127 españoles. De ellos, 585.607 viven en países con los que hay convenios bilaterales en esta materia.

El nuevo convenio multilateral lo han firmado ya 11 países iberoamericanos y lo han ratificado ocho: Bolivia, Brasil, Chile, Ecuador, El Salvador, España, Paraguay y Portugal. La ratificación por parte de Ecuador se producirá "en breves días", según anunció el lunes pasado Adolfo Jiménez, secretario general de la Organización Iberoamericana de Seguridad Social, durante la presentación del nuevo instrumento multilateral en Madrid. Jiménez aseguró que en un mes lo ratificará Chile y poco después Uruguay.

El principio fundamental que inspira el acuerdo es el de la "igualdad de trato" de los trabajadores de todos los países firmantes. "No hay diferencia entre un trabajador y otro cuando se habla de pensiones contributivas", afirmó rotundo Jiménez. El Convenio Multilateral Iberoamericano de Seguridad Social garantiza las pensiones de los trabajadores de cualquier país firmante en otro país firmante.
Del "El País"

quarta-feira, 8 de junho de 2011

La OEA aprueba en El Salvador una estrategia integral contra el crimen organizado

Asamblea de la OEA en San Salvador

En medio de un impresionante despliegue de seguridad, con tanquetas blindadas y soldados con camuflaje de campaña y armas largas, la 41ª Asamblea General de la Organización de Estados Americanos (OEA) ha aprobado hoy la llamada Declaración de San Salvador, que, en síntesis, encomienda a los Estados miembros del organismo hemisférico la realización de un plan de acción para el combate de la violencia y del crimen organizado trasnacional, que afecta gravemente a esta parte del mundo.

No es para menos. Latinoamérica vive una ola de violencia sin precedentes. El presidente salvadoreño, Mauricio Funes, dijo al inaugurar esta asamblea que la violencia aumenta en la medida que crece la narcoactividad, que no respeta fronteras y que posee cuantiosos recursos -del orden de 100.000 millones de dólares, solo en el tráfico de cocaína-, frente a instituciones débiles y, en algunos casos como en Guatemala y en El Salvador, carcomidas por la corrupción.
Del El País