Mostrando postagens com marcador copa 2014. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador copa 2014. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Falar Portuñol com clientes e turistas não é suficiente


O Brasil vai receber dois grandes eventos nos próximos anos, a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos 2016. O país todo está se preparando estruturalmente para receber pessoas do mundo inteiro e uma das maiores preocupações será a comunicação em diferentes idiomas.

Apesar de ser muito conhecido pela sua hospitalidade, o Brasil também deve desenvolver suas habilidades de línguas, principalmente para receber eventos de tamanha proporção. Além de toda a infra-estrutura necessária para os atletas e turistas, as pessoas envolvidas direta ou indiretamente também precisarão estar prontas para o desafio de relacionar-se adequadamente com este público altamente exigente.

Serão pessoas do mundo inteiro aqui no Brasil, consumindo e visitando, e quem pensa que falar portuñol com esses clientes e turistas será aceitável e produtivo, está enganado. Ter pessoal capacitado para falar e compreender o Espanhol, é muito apreciado pelos clientes e pode refletir positivamente nas vendas e na imagem do País.

Nos próximos 4 anos, a procura de cursos rápidos de idiomas vai crescer e uma dica é escolher línguas que são bastante difundidas e utilizadas, como o inglês e o espanhol. Você sabia que o espanhol é a 4ª língua mais falada no mundo? O idioma perde apenas para o Inglês, o Mandarim e o Hindu.

Por isso, mãos à obra! É importante começar a estudar o idioma o quanto antes, participar de cursos especializados em vendas e negociação, e já se manter atualizado das oportunidades que as empresas, redes hoteleiras, restaurantes, lojas e etc. oferecem. Certamente haverá oportunidades para todos que começarem desde já a aprender idiomas.

Conhecer outras línguas é um bem adquirido para a vida toda. No caso do idioma Espanhol, ainda existe uma outra vantagem para o Brasileiro: O crescimento do mercado Latino-Americano e a liderança cada vez maior do Brasil no continente, o que exige cada vez mais dos profissionais a aptidão de atender, negociar e vender em bom Espanhol.

Durante uma negociação, por exemplo, dominar o idioma transmite credibilidade e segurança à pessoa com quem se está negociando. Além disso, existem peculiaridades de cada nação, no momento da negociação; Uruguaios e Argentinos, por exemplo, apreciam a necessária proximidade profissional, no decorrer do processo de negociação. Os Uruguaios, durante as reuniões, preferem cores sóbrias para a apresentação do vestuário profissional. O Argentino é um negociante firme, de presença, perfil internacional e aberto para o mundo, porém muito apegado a suas tradições e cultura.

Já os Venezuelanos, costumam agir de maneira bastante informal. Uma dica é não se ofender com a quantidade de palavrões durante uma reunião, já que faz parte da cultura local. Já os Colombianos e os Mexicanos, no extremo oposto, mantêm um ambiente bastante formal e apreciam as cerimonialidades. No Chile, uma particularidade é a necessidade que o Chileno tem de conhecer a casa de seu parceiro de negócio, para desenvolver maior confiança e fechar um negócio. Os Espanhóis, podem ser duros na negociação, sendo necessário ter paciência e estar bem preparado e disposto a neutralizar inflexibilidades. Como via de regra, na América Latina, é bom saber que uma reunião que começa com “Usted”, sempre deve finalizar com “Tu”, para sair negócio.

Curiosidades como estas, podem fazer a diferença para quem está aprendendo uma nova língua, pois aproxima o idioma da vida real, faz compreender melhor por que as palavras são faladas de determinadas maneiras, sotaques e gírias, facilitam o aprendizado e tornam o aluno cada vez mais interessado.

Por Ana Zalcberg
Do Dicas de Espanhol

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Guiné Equatorial perde de 3 a 0 para o Brasil

Fabiana disputa jogada contra Dorine Veja mais sobre o jogo

Um gol antológico abriu a vitória do Brasil sobre Guiné Equatorial por 3 a 0, nesta quarta-feira, no estádio Commerzbank-Arena, e coroou as mudanças táticas realizadas pelo técnico Kleiton Lima. Usando a zagueira Erika como um elemento-surpresa, a equipe conseguiu confundir o rival e, em um lance de habilidade, a camisa 13 aplicou um chapéu dentro da área e chutou, de primeira, para o fundo das redes.

Com o resultado, o Brasil conseguiu atingir o seu único objetivo prático, já que entrou em campo com a classificação assegurada para as quartas de final da Copa do Mundo de futebol feminino. Após a vitória, o time terminou a primeira fase com nove pontos e, com isso, foi o primeiro colocado no grupo D. Com a vitória de 2 a 1 da Austrália sobre a Noruega, as australianas ficaram com a segunda vaga, com seis pontos.

Sem nada a perder, Guiné Equatorial tentou durante todo o segundo tempo marcar, pelo menos, um gol nas brasileiras. E, apesar de criarem boas chances, Andréia Suntaque mostrou estar em grande forma e garantiu mais uma vitória sem sofrer gols para o time brasileiro. A equipe nacional ainda teve um pênalti no último minuto de jogo, convertido por Cristiane, que marcou seu segundo gol na partida.

Por Thales Calipo, do UOL esporte
Em Frankfurt (Alemanha)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

'Desprezo' da torcida na Argentina não preocupa goleiro Julio César


Sem badalação e “desprezada” pelos torcedores argentinos. Foi com esse panorama que a Seleção Brasileira iniciou a sua preparação para a Copa América, que será disputada entre os dias 1º e 24 de julho. Mas o clima contrário que ocorre em outras partes do mundo não incomoda o elenco canarinho. Com muito bom humor, o goleiro Julio César falou da importância do torneio país vizinho e do pouco assédio dos hermanos.

Julio César admitiu que os torcedores rivais veem a seleção nacional com o mesmo potencial dos brasileiros. E será assim durante todo o torneio.

- É normal a forma como os torcedores argentinos veem o Brasil. Isso já começa do Maradona com o Pelé (troca de farpas via imprensa). Não sei há quanto tempo rola essa rivalidade, mas essa situação do desprezo, da Seleção Brasileira não ser ovacionada aqui, vem dessa situação de rivalidade, que é normal. Mas para falar a verdade, não ligamos para isso. É gostoso ver a torcida esperando, o carinho que eles dão. É bem bacana, mas aqui não poderíamos esperar que fosse diferente – afirmou o goleiro.
Reprodução / CBF
Reprodução: CBF

O goleiro admitiu que a conquista do torneio em território argentino seria o sonho dos jogadores da Seleção e dos torcedores. E lembrou ainda que os hermanos vão querer derrubar o time canarinho na Copa de 2014.

- Para todo brasileiro, isso (vencer a Copa América na Argentina) é fato. Joguei em 2004, foi quando me firmei na Seleção, carimbei o passaporte para a Copa de 2006. Estamos diante de mais uma, na casa do nosso maior rival, e seria importante vencer. A Copa de 2014 será no Brasil e eles terão essa mesma vontade de ganhar dentro da nossa casa. Viemos para cá com o mesmo pensamento – disse o camisa 1 da Seleção.

Nesta quarta-feira, Julio César iniciou a preparação para a Copa América com o restante dos jogadores da Seleção Brasileira. A estreia da equipe comandada por Mano Menezes na Copa América será contra a Venezuela, no dia 3 de julho, em La Plata.

Por Leandro Canônico, Márcio Iannacca e Thiago Lavinas
Do Globo Esporte, de Campana na  Argentina