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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Pelos Andes: Com caminho asfaltado, Brasil alcança Pacífico via Transoceânica

Estrada Transoceânica faz a ligação do Brasil com o Pacífico e o Peru / Foto: DivulgaçãoFoi preciso domar os caprichos da natureza para transformar em realidade o sonho de pavimentar o caminho do Brasil ao Oceano Pacífico. Mas, para tirar definitivamente do papel a Transoceânica - projeto que nasceu em 2000 -, faltava construir uma pequena ponte sobre o Rio Madre de Dios, no Peru. Inaugurada, enfim, no último dia 15, a ponte se tornou um marco dessa complexa, singular e desafiadora rodovia, cujo megaprojeto binacional é assinado por um pool de empreiteiras brasileiras: Norberto Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão.

Pensada para ser um corredor de commodities, ainda não se sabe, contudo, se a rodovia vai realizar o sonho acalentado por anos pelo ex-presidente Lula. Talvez ela funcione mais como ferramenta de integração regional, incorporando áreas isoladas do Peru, e menos como uma estrada para escoar para a Ásia, via Pacífico, produtos do Centro-Oeste brasileiro, como carne, minério e soja. Isso porque a rodovia é estreita, sinuosa e remota, o que aumenta os gastos com combustível e manutenção dos caminhões.

- A integração física poderia ser também comercial, se fosse assinado acordo de livre comércio entre os dois países - avalia o diretor de Sustentabilidade da Odebrecht Peru, Delcy Machado Filho, comentando que o megassonho de um corredor de commodities talvez não se realize, mas o fato de o Brasil já ter acesso irrestrito ao Pacífico é, sem dúvida, mais uma porta que se abre aos itens made in Brazil. Se a origem for Santos (SP), para se chegar ao Pacífico pela estrada é preciso percorrer 2,6 mil quilômetros até os portos peruanos de Ilo, Matarani e San Juan de Marcona, todos à beira do oceano.

A Odebrecht investiu US$ 1,25 bilhão para explorar por 25 anos o maior trecho da estrada, batizado de Interoceânica Sul. São 710 km de asfalto no pedaço que começa em Cuzco, passa por Puerto Maldonado, na região de Madre de Dios, e chega a Assis Brasil, no Acre. É nesse ponto, na fronteira entre os dois países, que foi preciso levantar a ponte Billinghurst sobre o Rio Madre de Dios, que desemboca no Brasil com o nome de Madeira.

Ao custo de US$ 32 milhões, a enorme estrutura metálica da Billinghurst, de 722,9 metros de extensão e altura correspondente a um prédio de 25 andares, era o último elo que faltava para concluir um negócio que começou a ser discutido nos anos 2000, durante a Cúpula dos Presidentes da América do Sul.

Por Liana Melo, do O Globo

segunda-feira, 11 de julho de 2011

"Machu Picchu": Gigante de piedra

En 2007 Machu Picchu fue elegida entre las siete nuevas maravillas del mundo moderno

Del periódico "El Tiempo" y agencia de noticias EFE

Perú celebró el pasado jueves que hace 100 años Machu Picchu fue revelado al mundo. Lo hizo con una fiesta en las ruinas que son a la vez la imagen internacional de Perú y la encarnación de la identidad peruana. El Gobierno de ese país bautizó oficialmente 2011 como “el año del descubrimiento de Machu Picchu para el mundo”, y durante meses han realizado desde exhibiciones de ajedrez con las ruinas de fondo hasta visitas de estrellas de Hollywood.

Machu Picchu recibe cerca de 800.000 visitantes en 2010, lo que supone 70% de los ingresos turísticos de Perú. Esa es una buena razón para preservarlo y cuidar hasta el mínimo detalle su imagen internacional. “Puede ser que uno no conozca Perú, pero siempre habla de Machu Picchu como uno de los puntos más importantes de Suramérica”, opinó el director de ese Parque Arqueológico, Fernando Astete.

Otra muestra de la importancia del lugar es la fecha elegida para las celebraciones. En vez del 24 de julio, día en el que el estadounidense Hiran Bingham llegó a ese monumento natural en 1911, el Gobierno decidió festejar el 7 de julio, cuando la ciudadela inca fue elegida como una de las siete maravillas del mundo. Pero Machu Picchu no es sólo la principal imagen por la que Perú es conocido en el exterior.

También es para muchos peruanos un orgullo en el que les gusta verse reflejados. “Es el ícono, la maravilla, la identidad no sólo del poblador cuzqueño sino de todos los peruanos”, afirmó Luis Flórez, alcalde de Cuzco, puerta de entrada a Machu Picchu.

La fiesta central por el centenario contó con danzas y música tradicional de la sierra peruana. Uno de los discursos fue en idioma quechua por el presidente de la Academia Mayor de la Lengua Quechua, Fernando Hermosa, reivindicando la esencia andina.

“Este patrimonio de la humanidad es un privilegio para los cuzqueños”, dijo Flórez.

Maravilla natural: Machu Picchu permaneció oculto al mundo hasta 1911, cuando el explorador y académico Hiram Bingham llegó al lugar y publicó su hallazgo. No obstante, existen indicios de que un peruano ya había encontrado el sitio -construido en el siglo XV- en 1902.


La ciudadela está enclavada entre montañas de la selva de Cuzco, a unos 500 kilómetros al sureste de Lima. Desde allí, el gigante rocoso de inexplicable ingenio arquitectónico mira al mundo. La Unesco lo declaró en 1983 Patrimonio de la Humanidad, como parte de un conjunto cultural y ecológico llamado Santuario Histórico de Machu Picchu.

Una mirada a Machu Picchu: El enigma y la majestuosidad de la arquitectura y el paisaje ha cautivado a millones de viajeros que desde hace un siglo han visitado la ciudadela inca de Machu Picchu, lo cual paradójicamente significa también una latente amenaza para la conservación.

En el marco del centenario, el gobierno enfrenta el riesgo de un desgaste de sus piedras milenarias por el masivo flujo turístico. En 2007 Machu Picchu fue elegida entre las siete nuevas maravillas del mundo moderno en una votación mundial por Internet.

A la ciudadela inca ingresan diariamente un promedio de 1.800 personas y el máximo permitido por las autoridades es 2.500 personas.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Jim Carrey come quinua e compra gorro típico em Cuzco

O ator Jim Carrey durante visita às ruinas de Machu Picchu
O ator Jim Carrey durante visita às ruinas de Machu Picchu esta semana. 
Foto: Percy Hurtado/Associated Press
O ator canadense Jim Carrey comeu uma salada de quinua, tomou mate de coca para evitar o incômodo da altura e comprou um gorro de lã na cidade de Cuzco, ponto final de sua visita ao Peru, informou a imprensa local nesta sexta-feira.

Carrey deixou a cidade de Cuzco, após ter chegado na quarta-feira depois de passar pelo Brasil, e embarcou em um avião particular rumo a Lima, publicou a agência estatal "Andina". Após visitar na quinta-feira a cidade de Machu Picchu, o comediante jantou salada de quinua com cebola, tomate, pepino e especiarias em Cuzco.

Logo após, saiu para conhecer o centro histórico de Cuzco e comprou em uma loja de artesanatos um chullo (gorro típico peruano) e um suéter de alpaca. Os agentes de segurança encarregados de acompanhar o artista disseram à "Andina" que Carrey era uma pessoa simples e com carisma, mas também hiperativo.

De acordo com os comentários de seus acompanhantes, o ator hollywoodiano tinha planejado visitar Cuzco e Machu Picchu há três anos e agora se mostrou satisfeito e, por fim, postou várias fotos de sua viagem a Machu Picchu na sua conta do Twitter acompanhadas pelo comentário "Incrível!".

DA EFE, EM LIMA